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Às segundas

PERIGOS N@ INTERNET

  • Pais devem estar presentes na vida dos filhos no uso das tecnologias

    PERIGOS N@ INTERNET

    Para Rosário Carmona, os pais têm de estar presentes na vida dos filhos no uso das tecnologias. A psicóloga enumera e identifica as causas e consequências do uso excessivo dos ecrãs e os perigos a que uma criança está sujeita quando navega sem controlo na internet. É preciso abandonar a ideia de que “o meu filho está em casa, está seguro". É preciso que os pais conheçam os caminhos dos filhos na internet. O que veem, os sites onde andam. “Os pais têm de acreditar que cuidam melhor dos filhos que os filhos deles próprios.”

  • Dependência de jogos online relacionada com baixa autoestima

    E se fosse consigo

    Para a psicóloga Rita Morais, há cada vez mais jovens a aparecer com a dependência dos jogos online. São geralmente rapazes de 15 ou 16 anos, muitas vezes com dificuldades nas relações sociais, com baixa autoestima. Através dos jogos, procuram conseguir o poder e o reconhecimento que cara a cara não conseguem. Escondem-se atrás de um ecrã, atrás de uma tecla, para não terem de enfrentar o outro. A psicóloga sublinha que pedir ajuda não é um processo fácil, é preciso que reconheçam que têm um problema, uma doença. “Pode levar anos”.

  • Jogos de computador, webcams com raparigas e drogas

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    Foi nas férias de verão quando tinha 15 anos que começou nos jogos de computador. Passou noites sem fim em frente ao ecrã. “O máximo que eu fiquei foram 54 horas”, diz "Henrique", nome fictício. Aos 19 anos, começou a frequentar chats numa obcessão para ver as raparigas de várias partes do mundo que se despiam na webcam. Agora admite “que as usava”. A dependência do ecrã foi sempre aumentando, aos videojogos acrescentou drogas. Tinha 27 anos quando caiu em depressão. Só nessa altura ”baixou os braços” e aceitou ser tratado.

  • "Estive uma semana sem ver o sol, jogava toda a noite, dormia todo o dia"

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    "Gonçalo", nome fictício, começou com os videojogos, como tantas outras crianças, “toda a gente tinha, toda a gente jogava”. Aos 12, 13 anos descobre a internet e tudo muda. Começa a jogar online com os amigos, perde a noção do tempo, perde o controlo. Passa horas sem fim em frente ao computador. Uma vez chegou a estar “uma semana sem ver o sol, jogava toda a noite, dormia todo o dia”. Hoje está em tratamento e sente que tem muita coisa por descobrir. Agora percebeu que "vivia muito limitado”, dependia do ecrã do computador.

  • "Temos de aprender a respeitarmo-nos nas redes sociais"

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    “Não há dois mundos separados, não há diferenças significativas no mundo virtual e no mundo real”. Para a psicóloga Teresa Paula Marques, tudo o que acontece no ecrã tem impacto na realidade. "Temos de aprender a respeitarmo-nos nas redes sociais", elas não podem ser utilizadas como se do outro lado não estivessem pessoas. Autora de uma tese sobre o impacto das novas tecnologias, defende que é obrigatório os pais conhecerem os perigos e as vantagens e que percebam o que os filhos fazem na internet.

  • “Eu tenho uma filha da mesma idade…e fiquei nervosa”

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    Quantos pais sabem o que os filhos fazem quando estão na internet? Estarão conscientes dos perigos que se escondem atrás de um ecrã? Têm sido notícia encontros marcados com desconhecidos através da internet e que acabam mal. Simulámos uma dessas situações com dois atores. Num café, uma rapariga espera um rapaz da mesma idade que conheceu numa rede social, mas quem lhe aparece é um homem mais velho, que quer levá-la. Quem vai sair em auxílio da jovem? E Se Fosse Consigo?

  • “Eu estou a ouvir a conversa, ela está a dizer que não o conhece”

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    Quando se conhece alguém através da internet, quem garante que quem está do outro lado é mesmo quem se apresenta? Existem inúmeros de casos nas redes sociais de pessoas que se fazem passar por outras. Na experiência que fizemos, um homem vai ao encontro de uma rapariga num local público. A jovem é apanhada de surpresa, não o reconhece e tenta sair. Será que alguém vai agir? E Se Fosse Consigo?

  • “Eu queria agir, mas estava com tanto medo"

    PERIGOS N@ INTERNET

    Um lugar público é um lugar seguro? Fizemos a experiência. Num local público, uma jovem espera um rapaz da idade dela, que só conheceu por fotografias na internet. Em vez dele aparece um homem que a ameaça, chantageia, pressiona para que saia com ele. A violência sobe de tom. A jovem chega a ser arrastada contra sua vontade. Quem vai protegê-la? E Se Fosse Consigo?

  • “Uma pessoa na internet mente como quer, não se pode acreditar”

    PERIGOS N@ INTERNET

    No mundo da internet, os perigos são reais. Atrás de um ecrã, pode esconder-se uma realidade paralela e perigosa. Mas há sempre quem esteja disposto a arriscar. Na experiência que preparámos, uma jovem é enganada por um desconhecido que nas redes sociais se faz passar por um rapaz da idade dela, mas que na verdade é um homem perigoso que a quer levar. A cena passa-se à frente de todos. Ninguém pode ignorar. Quem está disposto a ajudar? E Se Fosse Consigo?

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