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Às segundas

Crianças vítimas de maus-tratos

  • “Conhecemo-nos para a fotografia, mas quando saímos à rua ninguém se conhece"

    E se fosse consigo

    Henrique Pinto defende que a ajuda prestada pelas organizações que trabalham com sem-abrigo é fundamental mas não chega para tirar ninguém da rua. Para o dirigente da Associação Impossible - Passionate Happenings, somos todos perfeitos desconhecidos a viver ombro a ombro e temos de recuperar o espírito da comunidade que cuida dos seus. “Conhecemo-nos para a fotografia, mas quando saímos à rua ninguém se conhece"

  • "Mãe Paula" orgulhosa do trabalho nas Aldeias SOS

    Crianças vítimas de maus-tratos

    Ana Paula Quintela, a mãe Paula, como carinhosamente é tratada, diz sentir um orgulho enorme no trabalho que faz como mãe de acolhimento das Aldeias SOS. Receber e cuidar de meninos retirados às famílias biológicas, que vêm de situações muito complicadas, é um desafio que precisa de uma entrega muito grande. Não se pode desistir. Para Ana Paula Quintela, é preciso crescer com eles. Dar passos em frente. Retomar o caminho, quando há recuos. “Têm de ser pessoas livres, não têm de depender de nada nem de ninguém”.

  • “Por que não tive uma família?”

    Crianças vítimas de maus-tratos

    Sabina Ventura sabe a resposta, mas ainda lhe doem as razões. Ainda tentou, teve esperança, mas quando a mãe tornou a falhar desistiu. Acabou por ter a família que desejou na instituição que a acolheu. Sabina ganhou três mães. A última foi a mãe Paula, que a acompanhou até sair da instituição e é a mão amiga em que ainda hoje se apoia. A porta aberta a que sempre regressa.

  • Pais que maltratam filhos “são criminosos que deviam estar presos”

    Crianças vítimas de maus-tratos

    “Os miúdos chegam sempre muito assustados, muito inseguros, vê-se pelo olhar que muitos deles não sabem o que lhes está acontecer”. Mário Baudouin, diretor técnico das Aldeias SOS, diz que todos tiveram uma história dramática. Os mais marcados terão dificuldade em ter uma vida feliz. Revolta-o a irresponsabilidade dos pais que maltratam os filhos. “São criminosos que deviam estar presos”, pensa muitas vezes.

  • Pais que maltratam filhos “são criminosos que deviam estar presos”

    E se fosse consigo

    “Os miúdos chegam sempre muito assustados, muito inseguros, vê-se pelo olhar que muitos deles não sabem o que lhes está acontecer”. Mário Baudouin, diretor técnico das Aldeias SOS, diz que todos tiveram uma história dramática. Os mais marcados terão dificuldade em ter uma vida feliz. Revolta-o a irresponsabilidade dos pais que maltratam os filhos. “São criminosos que deviam estar presos”, pensa muitas vezes.

  • Atrizes falam da indiferença das pessoas ao verem uma criança a ser mal tratada

    Crianças vítimas de maus-tratos

    O último programa "E Se Fosse Consigo?" abordou os maus-tratos a crianças. Para recriar uma situação em que uma mãe maltrata a filha em público, foi preciso contar com a participação de duas crianças. Depois das gravações, em que a maioria das pessoas não interferiu para acabar com a agressividade da mãe, as jovens atrizes falaram sobre a indiferença dos que passaram, inclusive de um ex-ministro.

  • Abandonada pela mãe, do pai só se lembra dos maus momentos

    Crianças vítimas de maus-tratos

    A mãe abandonou-a ainda não tinha 2 anos. Do pai, só se lembra das bebedeiras, das sovas de cinto, das bofetadas. Cláudia sente que lhe roubaram a infância. Quem mais devia protegê-la foi quem mais a magoou. A entrada na instituição foi fácil. Era mais uma entre as crianças da mesma idade. A saída foi a altura mais complicada. Sentiu-se meia perdida mas a dificuldade tornou-a determinada.

  • Jovens que chegam à instituição tem cada vez mais problemas de saúde mental

    Crianças vítimas de maus-tratos

    Cláudia Carvalho, psicóloga e diretora do estabelecimento Vila Mar, na Madeira, considera que os jovens que chegam à instituição têm cada vez mais problemas de saúde mental e consumos. E a verdadeira razão destes problemas tem origem nos maus tratos, na violência e na negligência que sofreram. Para a técnica, é fundamental que a sociedade abra as portas à socialização dos jovens da instituição, para que rapidamente possam tornar-se autónomos e mais preparados para a vida futura.

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