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Episódio 24- Era Uma Vez Uma Greve
Qual é o nobre sentido da vida para os Costa? Qual é? Ter sempre tudo melhor e maior do que os outros. E isso inclui um plasma. Comprado a prestações ou não, o importante é exibi-lo. Isto se o aparelho não insistisse em suicidar-se assim que chega a casa deles. Um curto-circuito geral põe o caótico prédio às escuras. E faz alguns danos a electrodomésticos que existem e aos que não existem mas que custam dinheiro. Porquê? Porque o que importa é ser indemnizado pela companhia da luz. Nem que seja à custa de uma greve de fome onde todos comem à hora marcada. Gustavo tem saudades de Fernando e vai para Londres. Fernando tem saudades de Gustavo e vem para Lisboa. Fernando conhece Bia. Gustavo, quando volta, fica a conhecer Steven, “assistant manager” de Fernando. Este põe Bia fora de casa. Gustavo quase mata Steven com uma overdose de calmantes misturados em álcool. Conclusão: o melhor é seguir cada um a sua vida. A menos que Gustavo queira mesmo muito as sabrinas douradas que Fernando lhe trouxe de Londres… E para provar que não é preconceituoso, Rui insiste em pôr Cristina a dormir com Bia. Mais um episódio de Aqui Não Há Quem Viva!
Episódio 23- Era Uma Vez Uma Feira
Quando se descobre, no condomínio mais agitado de Campo de Ourique, que um filho é capaz de pôr a mãe num lar, há que usar da generosidade. Conceição quer acolher Celeste lá em casa mas, Palmira torce o nariz. Todavia, Celeste não liga a narizes. E antes a companhia sonsa de Conceição do que o lar. Quanto a Rui, faz jus à fama de os homens serem, geralmente, tapados. Bia faz uma massagem aos pés de Cristina. E beija-a. Cristina beija Luísa, para ver no que é que dá. Luísa nem acha mau de todo. Mas, para Rui, a palavra lésbica está fora de questão nesta história. Quanto a Emílio, o amor que tem a Rute é uma coisa bonita. Mas quando o amor se desdobra e aparece um marido e um filho, há que pensar se o coração tem espaço para tanto amor. Importante, importante é que, no meio de tudo isto, Conceição é a orgulhosa possuidora de um quadro horroroso. Que toda a gente cobiça porque pode ser um Goya. Mas tudo o que pode ser também pode não ser. E pagar mil euros a Conceição para a beijar é uma experiência única para André. O trafulha-mor é embrulhado e o Goya esfuma-se num quadro simplesmente…horroroso. Mais um hilariante episódio de Aqui Não Há Quem Viva!
Episódio 22- Era Uma Vez Uma Patrulha
Três senhoras de idade a irem tranquilamente para o bingo é uma imagem comum. Estas três senhoras a serem assaltadas por esticão e a ficar sem o dinheiro do bingo também é comum. Menos comum é ver João Costa e vizinhos armados em Soldados da Fortuna e a querer levar avante milícias urbanas. Claro que dá sarrabulho, salganhada, o que quiserem. E dá um saco com muitos euros lá dentro, gangs e sequestros. Quanto ao “Clube dos Não Engato Ninguém”, aceitam-se apostas: se Alex conseguir levar Paula pela certa, livra-se de limpar a montra do clube de vídeo todo nu. A própria Paula aposta nesta brilhante manobra de marketing, claro. Quanto a Gustavo, começa por querer proporcionar a Bia a oportunidade de mostrar a Cristina que pode ser lésbica. E acaba com Rui a mostrar-lhe o seu lado mais sensível… E, no meio de isto tudo, se alguém se sentir mal, homem ou mulher, não interessa: Luísa tem a solução. Ela é a nova menina Ovaridol Dupla Acção: esquece-te já da menstruação!
Episódio 21 – Era Uma Vez Um Desafio
Um campeonato de basquetebol é qualquer coisa que não atrai os condóminos de Aqui Não Há Quem Viva. Mas se vier com uma viagem a Atenas como prémio, pode ser que até calcem as sapatilhas. Quando João Costa aposta numa equipa masculina, dá-se a indignação das utentes do prédio: não sabem jogar mas exigem participar. Gustavo, a quem toda a vida disseram que era jogador de basquetebol e portanto não precisa de treinar, descobre a parceira ideal para dividir o apartamento. Beatriz é lésbica mas, não assume. Palmira e Celeste auguram a conversão de Gustavo, Conceição vê aí a sua grande oportunidade para, finalmente, seduzir um homem. Mais grave do que tudo isso, é um porteiro com problemas sentimentais. Luísa conseguiu afastar Emílio de Rute mas, a consciência pesada não a deixa ser cretina à vontade. Pelo meio, há namoradas antigas, raivosas e uma viagem que fica, obviamente, para as calendas gregas.
Mais um episódio de "Aqui Não Há Quem Viva", com a participação especial de Mafalda Vilhena.
Episódio 20 – Era uma vez um negócio
Quando um porteiro ama uma carteira, a portaria tem de se transformar num ninho de amor e as cartas têm de ser entregues o quanto antes. Ir ao cinema, passear e conversar é bom. É. Mas o orgulho masculino deve falar mais alto e alguma acção é o que se pede. Emílio consegue despachar Alberto, o seu próprio pai, para a cama de Gustavo, o gay deprimido cujo namorado voou para Londres. Mas, quem partilha a cama deve lavar a loiça também. E Alberto não está pelos ajustes, o que leva Gustavo a pôr um ponto final numa relação que não chega a começar. Quanto a Rute, a carteira, é bastante mais prática: um quarto de hotel parece melhor do que a portaria, não? No meio deste sarrabulho, há um vizinho dado ao negócio fraudulento e uma Dulce com a mania que percebe de moda. Daí até à ruína das míticas lojas, Dulce Urban Fashion (DUF para os mais chegados), não vai qualquer distância. E quem fica a arder é João Costa, o administrador a quem ninguém dá baile.
Mais um hilariante episódio de "Aqui Não Há Quem Viva!".
Episódio 19 – Era Uma Vez Um Sonho Erótico
Ser daquelas caladas, que não acordam vizinhos de madrugada, pode ser pouco excitante. Mas, sonhar com João Costa, num elevador, a levar uma mulher ao frémito absoluto é, definitivamente, devastador para qualquer mulher que se preze. Nem Dulce se atreve a sonhar com isso. Cristina, coitada, é atingida por um destes sonhos eróticos. Ir ao psicólogo é uma medida acertada. Desde que não lhe saia um psicólogo tarado na rifa. E é precisamente o que lhe sai. André, o novo condómino, tem jeito para o negócio. Ou para a fraude, como pode constatar um gay debilitado emocionalmente, cujo namorado voou para Londres e que opta por se apaixonar pelo Mini errado. Ficar com o tubo de escape na mão, ou desancar o vizinho, eis a questão. Quanto a Emílio, Luísa é uma querida, é certo. Mas, nada mais sedutor do que uma carteira com sapatos ergonómicos. Sofia dedica-se, por sua vez, a fazer um baby-sitting muito especial ao filho mais velho do novo casal do prédio, Alex. E não é que gosta da actividade, apesar de pensar que a criança era mais velha? Equívocos esclarecidos, que se saiba que João Costa não é homem para deixar uma mulher insatisfeita. Nem em sonhos!
Episódio 18 – Era Uma Vez Uma Despesa
Maria Celestina, está de saída: vendeu o apartamento a um casal com dois filhos. A questão que se põe é: quem paga a pintura da fachada do prédio? A condómina de saída ou os condóminos (falidos) que entram? André, o novo locatário do prédio, não tem dúvidas: pagar, não paga. E dar baile a João Costa não parece difícil. O que resulta num administrador de condomínio pendurado a alguns metros de altura, de trincha na mão e a gritar que o arnês lhe está a apertar a virilha… Quanto a Rui, está um bocadinho cansado de sexo ecológico, sem contaminação acústica. E o melhor caminho para resolver o problema de se dormir com alguém que se confunde com as molas do colchão é… pô-la a dormir com a nossa avó! Emílio descobre que ama Luísa. E quaisquer cinco mil euros, oferecidos por Carlos para se afastar dela, servem para reequipar a portaria e comprar uma Playstation catita. E, obviamente, continuar a dormir com Luísa. Porque a ama. Fernando tem uma proposta de trabalho em Londres. Mas Gustavo não consegue separar-se dos seus porquinhos assadores de chouriço… Mais uma dose de drama, tragédia e muito humor inacreditável a atingir o prédio de “Aqui Não Há Quem Viva!”.
Episódio 17 - Era Uma Vez Um Desejo
Dulce está grávida. E como tal, tem direito a comer morangos quando lhe apetece. O marido não quer sarrabulho mas também não lhe apetece muito ser explorado pelo pai do porteiro, que tem o monopólio dos morangos do bairro. Está instalada a guerra pela obtenção do morango a preço de custo, com direito a rebelião e a ataque em comandita. Entretanto, pode sempre desfrutar-se de uma festa muito gay, com bebidas gay e com música gay. Isto em casa dos gays. Que estão mais do que arrependidos de se terem assumido como tal. A leste de tudo isto e bem no paraíso está Emílio, que descobre repentinamente, em casa de Celeste e de Armando, que nasceu para ser uma estrela do porno. O papel custa-lhe a decorar e com Luísa no pensamento é difícil uma performance à altura. Mas um homem não pode desistir. E as revistas ajudam à concentração. Claro que Sofia também acha que é a oportunidade de mostrar os seus dotes de actriz. Mas quem fica chocada quando o protagonista se despe para “passar texto”, não está, definitivamente, talhada para o estrelato. E quando Celeste chega e está prestes a descobrir que o seu apartamento foi usado ao serviço da arte, o melhor é darem todos de fuga. Porque, de facto, “Aqui Não Há Quem Viva!”.
Episódio 16 - Era Uma Vez Um Boletim
No prédio onde ninguém dá baile ao administrador, tem-se o hábito de jogar no Euromilhões. A aposta é de todos os vizinhos mas, quando a sorte bate á porta, nem todos precisam de saber. Entre histórias rocambolescas de assaltos à saída do banco e palhaços que assaltam sem graça nenhuma, João Costa é banhado em muitos euros. E os vizinhos podem apreciar que alguém dê uma banhada a João Costa. O que não é bonito é que isso envolva o dinheiro deles. Luísa tem em Carlos o homem que sempre esperou mas Emílio fá-la tremer. E trocar um tipo decente por um porteiro que não tem onde cair morto é uma decisão difícil. Mas há lá dilema que resista a uma visita no hospital? Resultado: Emílio e Luísa numa cama de hospital – na mesma, entenda-se – e Carlos sem perceber nada na hora das visitas. Cristina decide em conjunto com Rui, mas sem a concordância dele, reunir a família dos dois e o ambiente ao jantar não é dos melhores. Incólume à tensão, a avó dele tem apenas pena que as gambas sejam tão difíceis de descascar. E ainda, no prédio mais agitado de Lisboa, há quem procure um presente de aniversário. Mas proclamar a sua homossexualidade em frente a todos os vizinhos para agradar ao namorado pode revelar-se um presente envenenado. Principalmente quando se vive num condomínio como o de “Aqui Não Há Quem Viva!”.
Episódio 15 - Era Uma Vez Um Anel
Os seus vizinhos fazem-lhe a vida num inferno? Não há mais sarrabulho! O administrador de condomínio tem a solução: jogar ao amigo oculto. Costuma fazer-se no Natal, é certo, mas também pode funcionar para aproximar vizinhos de costas voltadas. Principalmente se a vizinha que mais se detesta ganha um anel de diamantes por engano. Cristina vai casar com Rui. Clara, a irmã de Cristina, decide vir ajudá-la a escolher o vestido. Claro que ter sido deixada pendurada no altar lhe dá uma certa agressividade em relação aos homens em geral. Mas Rui não vacila. Ou será que sofre um terramoto? E Emílio, convencido à força por Sofia, leva Luísa ao restaurante mais caro que consegue encontrar. Claro que a consegue impressionar. Principalmente depois de terem de sair os dois sem pagar… Mais difícil ainda é convencer Palmira e Conceição de que o jogo da glória não é o programa perfeito para as noites de Fernando e Gustavo. Para cúmulo, o pai de Emílio separou-se da mulher e decidiu instalar-se na portaria! Mais um episódio hilariante de "Aqui Não Há Quem Viva!".
Episódio 14 - Era Uma Vez Uma Avaria
Quando a caldeira do prédio mais louco de Portugal se avaria, só há uma solução: tomar banho de água fria até a caldeira estar arranjada. Mas é óbvio que, sendo a solução mais prática, é a única que nem sequer é considerada pelos inquilinos. Invadir a casa de Rui e Cristina, os únicos com acumulador eléctrico de 120 litros e banheira com hidromassagem é, claramente, melhor. Quanto a Pedro, a braços com uma loja de vídeo onde ninguém vai, o melhor é tornar-se empresário. Mas não por conta própria. Por conta de Sofia e de Luísa. Umas câmaras no andar delas, sem que elas saibam, uma ligação à Internet, e o negócio começa a rolar de vento em popa. Luísa descobre e fica furiosa mas Sofia nem tanto… e sempre é uma oportunidade para mostrar ao mundo on-line uma actriz em grande potência! Pelo meio, Fernando sai do armário, assume a sua homossexualidade na empresa onde trabalha e não entra no desemprego! Mas Gustavo encarrega-se deste pormenor, sem querer. Uma confusão de roupões de banho, câmaras de vídeo e notícias de jornal em mais um episódio de "Aqui Não Há Quem Viva!".
Episódio 13 - Era Uma Vez Uma Festa
A vontade de Cristina de fazer uma festa lá em casa cruza-se com a vontade de algumas vizinhas de lhe estragarem a festa. Daí a venderem entradas a toda a gente que passa na rua apregoando bar aberto, não custa nada. Luísa decidiu acabar tudo com Emílio e está receptiva a novas experiências. Carlos, o ex-namorado de Cristina, parece-lhe uma boa opção. Ou, pelo menos, uma opção. Entretanto, o apartamento de Gustavo e de Fernando já está para venda… mas são os primeiros a desencorajar os compradores! Quanto à gravidez de Dulce, João nunca esteve tão aflito: como explicar à mulher que está a confundir uma gestação com a chegada em força da menopausa? Até ela perceber, talvez uns adesivos de estrogénio acalmem os sintomas. Ou não, se ela se recusar a tomá-los e os adesivos acabarem colados à pele de Emílio e de João Costa. E como ninguém dá baile ao administrador, quando ele tenta acabar com a festa de Cristina e de Rui, termina com uns copos valentes em cima. Para, no dia seguinte, perceber que quem baralhou tudo foi ele: Dulce está mesmo grávida e não há menopausa que o desminta.
Episódio 12 - Era uma vez um substituto
E se, de repente, o prédio mais animado de Portugal ficasse sem porteiro? Emílio é operado de urgência ao apêndice e isso muda muita coisa entre os inquilinos: a chegada de um porteiro substituto, de seu nome Alfredo, causa as reacções mais inesperadas. De meia-idade, com bom ar e solícito e amável q.b., Alfredo passa a ser um sucesso entre as moradoras mais velhas. E dá-se o impensável: num regresso à velocidade da luz à adolescência, Palmira, Conceição e Celeste disputam as atenções masculinas do novo porteiro. Entre Gustavo e Fernando as coisas já estiveram bem melhor: o que será que leva Fernando a ter uma revista porno dentro da gaveta? Ele desculpa-se como pode e, de repente, a revista passa a ser de Armando, que não sabe de nada. E Paula, que está acampada em casa de Sofia e Luísa passa a não ser bem-vinda: é que Sofia não acha graça à graça que os homens acham a Paula. Vai daí, porque não aproveitar que Cristina está de férias e mudar-se para casa de Rui? Acabado de voltar da sala de operações, Emílio recebe a notícia: acabou-se a esfregona, o elevador sempre a avariar e os esquemas do Sr. Costa: está despedido...
Episódio 11 - Era Uma Vez Um Trespasse
A loja de vídeo ao lado do prédio fechou. E na porta vêem-se uns cartazes a pedir recepcionista, cabeleireira e maquilhadora. Desfaz-se logo o sonho de Dulce de ter a sua boutique de Urban Fashion, seja lá o que isso for… Mas quando todos percebem que não vão abrir um cabeleireiro mas sim uma agência funerária, a coisa começa a soar macabra. Luísa encolhe os ombros: se calhar é melhor consolar viúvas do que fritar hambúrgueres e porque não aceitar o lugar de recepcionista? Mas na verdade, pese embora o facto de terem 20% de desconto nos serviços prestados, os inquilinos estão desconfortáveis. Daí a roubarem um corpo, é uma distância mínima. E para agravar o drama, os Costa descobrem que Paula toma a pílula. Para que são estes comprimidos? A resposta da adolescente é óbvia: são comprimidos anti-stress. Se os tomar não engravida, se engravidasse, todos entrariam num stress profundo. Há que reconhecer a validade do argumento. Mas um namorado de 38 anos que não financia três boutiques Dulce Urban Fashion já é demais. E Rui descobriu os desprazeres do trabalho: aguenta o sogro na empresa enquanto Cristina aproveita para, finalmente, tirar umas férias e ir para Istambul…sozinha!
Episódio 9 - Era Uma Vez Um Susto
De repente, descobre-se no Prédio de Aqui Não Há Quem Viva que a vida não é só rir. Também há histórias dramáticas como a da menina que morreu queimada no sótão e do porteiro que se suicidou (não se sabe se foi por não ter contrato, tal como Emílio). Almas penadas que escrevem recados em paredes, empregados de videoclubes que acham que são realizadores e vizinhas giras que querem ser actrizes. E se dão como mortas ensanguentadas no átrio. É quanto basta para um susto enorme e um filme amador de chorar a rir. Claro que depois há os assuntos verdadeiramente assustadores: como duas pessoas que se amam mas preferem optar pela separação de bens. Será que o amor acabou ou que o dinheiro é mais forte? E porque é que o exorcista precisa de um telefone? Modernices do Além, com certeza, em mais um episódio de Aqui Não Há Quem Viva.
Episódio 8 - Era Uma Vez Um Pedinte
Rui está decidido a reconciliar-se com Cristina. Mas Carlos, o ex-namorado dela também está decidido a “apoiá-la” num momento tão difícil…
Vai daí, unem-se esforços de vizinhos casamenteiros e há para todos os gostos: tentativas de cenas de ciúme com a vizinha Paula, tunas contratadas pelo Pedro do clube de vídeo e até festas de anos antecipadas só como desculpa para os juntar. Nada funciona, obviamente. Até porque dois adultos podem resolver a crises. Desde que seja da maneira mais infantil que encontram, claro.
Quanto a Conceição, não lhe bastava ser só boa pessoa, ainda tinha que o mostrar a todos os sem-abrigo do bairro e arredores. Passem palavra: no prédio do Aqui Não Há Quem Viva há refeições à borla. E também há o Armando a querer ver futebol com um casal de gays porque não tem TVCabo. Será que eles gritam golo?
Mais um hilariante episódio de Aqui Não Há Quem Viva com a participação especial de Rita Mendes.
Episódio 7 - Era Uma Vez Um Rato
Era uma vez um coelho, que se chamava Versace e que decidiu sair porta fora, farto de partilhar apartamento com Fernando e Gustavo.
Era uma vez um rato, que decidiu aparecer para fazer a vida negra aos inquilinos do prédio.
São necessárias medidas drásticas: matar o rato e recuperar o coelho. Mas talvez não seja fácil. Tudo porque os coelhos também apreciam o paladar de veneno para ratos e porque os ratos apreciam, e muito, o acto de procriar. E porque também há quem diga que vai matar ratos e acabe a ter lucro com o recheio da casa dos outros… E quando um Versace morre, aparecem logo mais dois.
Quanto a Luísa, não gosta de Emílio. E Emílio acha Luísa uma antipática. Deve ser por isso que continuam a dormir juntos: para ver se melhoram a opinião que têm um do outro.
E o que acontece a um casal quando aparece de surpresa um amigo de longa data do elemento masculino? Dá confusão… Como dá tudo o que acontece no prédio de “Aqui Não Há Quem Viva!”
Episódio 6 - Era Uma Vez Um Tropeção
Nada melhor para começar o dia do que uma corridinha saudável.
A menos que a corridinha seja impedida por uma queda brutal nas escadas acabadas de encerar. Quando Gustavo fica com um pé engessado e Fernando pede a João que trate de activar o seguro do condomínio, tudo foge ao controlo do administrador, a quem ninguém dá baile. O condomínio não tem seguro e há inquilinos que acham que o gesso pode ser um acessório… Porque não atirar Gustavo das escadas abaixo outra vez, só para comprovar que ele está a fazer fita? Pois… não estava. De qualquer modo, ter as duas pernas engessadas é bem melhor do que ter só uma, se o gesso for do mesmo tom de branco e se houver quem nos empurre a cadeira de rodas, claro.
E quem diria que Luísa e Emílio só conseguem parar de discutir quando estão os dois na mesma cama?
E que dizer de Cristina? Será que é apenas um atraso de duas semanas ou já é uma gravidez com que Rui nem sonha?
Histórias que as coscuvilheiras da “rádio-prédio” seguem atentamente e se empenham em contar a todos.
Se há confusão da grossa, isso só pode significar mais um episódio de “Aqui Não Há Quem Viva”, com a participação especial de Anita Guerreiro
Episódio 5 - Era Uma Vez Um Bebé
Um bebé é abandonado no átrio do prédio mais confuso de Campo de Ourique. O que é que pode acontecer?
Pode ver-se um porteiro derretido, um administrador de condomínio a fugir à lei, umas senhoras empedernidas com laivos de maternidade tardia ou um casal de gays a experimentar a paternidade. Apenas por uns dias. Só enquanto a polícia e a mãe da criança não chegam.
Até lá, há que cuidar, mimar, trocar fraldas ou, quem sabe, aproveitar para engatar umas miúdas, que elas derretem-se sempre com bebés.
O pior que pode acontecer é o bebé passar a chamar-se Kevin Costa.
E entre um jogo electrónico e passar uns serões agradáveis com a namorada, a opção parece fácil.
Mas este é o prédio mais difícil de Portugal e Aqui Não Quem Viva!
Episódio 4 - Era Uma Vez Um Boato
Se uma vizinha decide inventar um rumor, não há nada a fazer. E Celeste decidiu espalhar pelo condomínio que Sofia e Luísa são prostitutas e recebem em casa.
Como ninguém dá baile ao administrador, João Costa acaba a desembolsar 100 euros para nem sequer se despir e descobrir que o ponto G está na cabeça. Quanto a Emílio, o fabuloso porteiro, ousado e aventureiro, nada melhor do que exibir a sua nudez a toda a vizinhança e à polícia também, já agora.
Mas há mais tragicomédias neste prédio: como vai Fernando dizer aos pais que é gay? Se calhar o melhor é ir devagarinho, com calma… e fechar o namorado no quarto dizendo que é um gato. A vizinha de cima faz-lhe o favor de se passar pela namorada boazona mas não há nada a fazer: Fernando não se revela mas fica a conhecer Mimi La Belle, o belíssimo gay que é … seu pai.
Não perca, mais um episódio de Aqui Não Há Quem Viva!
Episódio 3 - Era Uma Vez a Reciclagem
A modernidade também chega ao prédio mais agitado de Campo de Ourique. E vem sob a forma de contentores do lixo para fazer reciclagem.
Claro que com estes condóminos nada é fácil e simples e muitos contentores, com tantas cores diferentes, geram o caos quando chega a hora de fazer algo tão simples como deitar o lixo fora.
Luísa e Sofia não têm como pagar a renda, porque Sofia não quer mostrar o rabo numa campanha anti-celulite e Luísa ganha mal a fritar hambúrgueres… mas talvez possam resolver isso enfiando lá em casa mais alguém.
Quanto a Gustavo e Fernando, não há nada pior que vizinhos ressentidos. E despejarem-nos lixívia em cima da nossa camisa preferida não é bonito.
Mas para resolver todos os problemas existe o administrador de condomínio. A luta titânica entre Cristina e João Costa acaba finalmente e só um pode sair vitorioso. Ou será que Rui agradece a derrota da namorada?
Mais um episódio de Aqui Não Há Quem Viva, com os vizinhos mais divertidos que se conhecem e com a participação especial de Carla Chambel.
Episódio 2- Era uma vez umas obras
Participação especial de Carlos Sebastião como António e Bruno Bravo como técnico de alarmes.
Palmira e Conceição saem do 1ºDtº para ir a uma excursão e quando voltam, a porta está aberta. Contra intrusos, há alarmes. E há os códigos para os desligar. Mas quando a memória falha…siga o barulho.
No 3º Dtº, Cristina mostra ser uma mulher determinada e mesmo sem avisar o namorado, decide enfiar lá em casa uns senhores de leste para partir paredes.
Eis a causa do primeiro motim no condomínio. Encabeçado por João, a quem ninguém dá baile na administração do prédio, o objectivo é acabar com o barulho.
Entre o barulho das obras e o barulho do alarme que as manas do 1º Dtº instalaram e não conseguem controlar, há uma menina atrevida a querer converter o do 1º Esq.º à heterossexualidade forçada e uma adolescente do 2º Dtº com um discurso de se ficar de boca aberta.
E, claro, haverá sempre um Emílio na portaria a lutar convictamente por um singelo depósito do lixo onde possa dormir.
Episódio 1
Um pai de família que se preocupa com as horas a que a filha adolescente chega a casa é um homem responsável. Que tem o poder. Que é administrador do prédio. A ele ninguém lhe dá baile.
E é porque ninguém lhe dá baile que a filha chega às horas que lhe apetece, as inquilinas do 1º Dto assaltam os gays do 1º Esquerdo, as giras do 3º levam lá homens à socapa e os que se mudaram agora para o 3º Dtº e estão em obras já andam nus pelos patamares do prédio.
Claro que o porteiro podia ajudar. Mas dá imenso trabalho andar a limpar e é bem melhor ficar preso num elevador com alguém tipo Soraia Chaves e uma amiga… menos gira.
Viagens à Madeira sem bilhetes de avião, questões arrasadoras como a difícil escolha entre ser gay ou ser homossexual, uma infiltração de água, a visão de um pénis pela primeira vez e muita gente num só condomínio.
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SINOPSE GERAL
Esta é a série que mostra o dia-a-dia de várias pessoas que vivem no mesmo prédio. Uma série televisiva que retrata as peripécias que acontecem entre vizinhos e pessoas de faixas etárias e classes sociais muito diferentes.
Tudo começa com um casal que acabou de comprar um apartamento. Todos os inquilinos do prédio são diferentes e, por isso, as extravagâncias e divergências vão fazer parte do quotidiano dos moradores deste prédio.
A Cristina e o Rui vão aperceber-se, rapidamente, que terão de aprender a conviver com os novos vizinhos.
Uma comédia a não perder, em que tudo se torna possível
PERSONAGENS
EMÍLIO (Pedro Diogo)
É o porteiro do prédio. Assume a sua profissão com orgulho, apesar de o seu lema ser a lei do menor esforço. Não terminou o 9º ano. Não tem grandes ambições: quer apenas viver em paz na sua rotina sem que o prejudiquem. É desbocado, desconfiado, ingénuo e espalhafatoso. Tem uma frase recorrente ‘um bocadinho de por favor’, sempre que lhe moem a paciência. É, por vezes, de uma inocência inacreditável, o que leva a que os moradores e em especial o Administrador do Condomínio abusem dele constantemente. As raparigas acham-no patético, desinteressante, uma espécie de Calimero. Até o próprio pai, Alberto, o trata com frieza e crueldade, ao ponto de o escravizar.
JOÃO COSTA (Nicolau Breyner)
Professor de Trabalhos Manuais, casado com Dulce e pai de Nuno e Paula. É o Administrador do Condomínio, mas assume esse estatuto, orgulhosamente, como se fosse presidente da Câmara. Gere esse pequeno poder de forma por vezes ilícita, mas para ele não há problema porque o estatuto lhe dá o direito de branquear as suas decisões. É um mitómano, mas também um permanente angustiado, manietado pela mulher, Dulce, com quem está casado há 18 anos. Ele é o administrador, mas ela é quem manda. Passa a vida a convocar reuniões de condomínio para resolver os mais disparatados problemas.
DULCE (Maria João Abreu)
Dona de casa, casada com João e mãe de Nuno e Paula. Conservadora, ressabiada, um pouco histérica e muito invejosa. Ideal de vida: viver numa moradia com piscina e jardim e tornar-se proprietária de uma boutique com roupas desenhadas por si própria. Adora tudo o que os outros têm e ela não pode ter. Autoritária. Rédea curta para o marido. Faz dele o que quer. Dos filhos, nem por isso. Pêlo na venta: que ninguém se atravesse no seu caminho. Vai ter uma relação conflituosa com Cristina, por esta representar tudo aquilo que ela desejava ser e ter.
PAULA (Marta Andrino)
Estudante. Filha de Dulce e João. Inteligente e mais esclarecida do que os pais em relação à sua educação. Conhece o lado menos bom dos pais melhor do que ninguém. Prevê os problemas da família. Madura, sedutora apesar de ter apenas 17 anos. O primeiro namorado que lhe conhecemos tem cerca de 40 anos. Sabe o que quer e para onde vai. Tem uma noção da vida e do crescimento não habitual para uma rapariga da sua idade. Deixa a maior parte dos homens de água na boca e as mulheres indignadas pela maneira como se veste e pela independência que conquistou dos pais.
Marta Andrino estreia-se na televisão nesta série.
NUNO MIGUEL (Rúben Silva)
Filho de João e Dulce, irmão de Paula. Os dois irmãos fazem a ponte entre estas duas gerações de pais e filhos. É inteligente, dá conselhos aos adultos (será um confidente de Rui, amigo de Emílio e de Pedro) e inquieta-se com questões dificilmente compreensíveis para alguém da sua idade, mas não deixa de ser um puto de 10 anos. Hobby: playstation.
LUISA (Marta Fernandes)
Tem 29 anos. Vive com Sofia num apartamento alugado à vizinha Celeste. Começa por trabalhar numa casa de hambúrgueres. É negligente com a sua própria imagem e descuidada. Não tem sucesso com os homens, algo que constata com uma amargura doentia. A sua relação com Emílio começa como se fosse uma atitude em desespero de causa: a seguir a uma acesa discussão que parece preceder o confronto físico – elipse – cama. Contudo, é uma personagem com fibra, não é uma mosca morta, tem a capacidade de se revoltar e lutar pelos seus interesses, como também tem momentos de doçura.
Marta Fernandes estreia-se na televisão nesta série.
SOFIA (Soraia Chaves)
Típica suburbana ambiciosa, quer ser actriz, modelo ou qualquer coisa que a faça aparecer nas revistas ou na televisão. Quer ser vista e reconhecida a qualquer preço. Enérgica, despachada, dotada fisicamente, faz-se valer disso para escolher namorados, o que provoca ainda mais amargura à sua amiga Luísa. Ao longo da série vai ter flirts com vários moradores do prédio e, a princípio, acredita firmemente que Fernando não é gay e que vai poder ter um caso com ele. Não tem trabalho fixo, vai a castings e a dada altura até consegue fazer um anúncio. É a amiga Luísa que paga as contas da casa visto que o estilo de vida de Sofia não lhe permite ter grandes rendimentos.
FERNANDO (Diogo Morgado)
Advogado, cerca de 30 anos. Atraente, o típico tímido misterioso, simpático, mas sóbrio, sem tiques. Bem-nascido, com uma educação de etiqueta, porém não se deixou afectar por isso na sua rotina. Escrupuloso, calmo, com raros, mas intensos acessos de fúria. Nos primeiros episódios, está marcado, sobretudo, por um conflito interior: a recusa em assumir publicamente a sua tendência sexual e o permanente confronto com o namorado Gustavo que insiste para que ele saia do armário.
GUSTAVO (Luís Gaspar)
Jornalista. Namorado de Fernando. Trabalha numa revista tipo ‘Cosmopolitan’. Instável e hipocondríaco. Apaixonado por decoração e cozinha. Explosivo, pela mais pequena razão irrompe numa birra e amua. Depois volta ao seu estado normal quando já conseguiu o que quis. Senhor dos seus princípios, defende-os com afinco. Demonstra a sua paixão com mais fervor do que o namorado, mas apenas porque é mais extrovertido.
CELESTE (Natalina José)
60 e tal anos, mãe de Armando. Como tem muito tempo livre, ocupa-se em querer saber da vida dos outros. Não suporta ver o filho divorciado com as suas muitas namoradas, tal como não se incomoda em mostrar a sua presença para as afastar dele. Está quase sempre contra tudo, contra todos, e com cara de poucos amigos. Só alinha nalguma coisa quando se trata de espiar a vida de alguém, ou para jogar às cartas a dinheiro com as vizinhas da mesma geração, as irmãs Conceição e Palmira. Também é proprietária do apartamento onde vivem as amigas Sofia e Luísa. Trata as raparigas abaixo de cão, ameaçando-as permanentemente de que se não pagam o aluguer a tempo e horas as expulsa imediatamente. É indelicada para o Administrador do Condomínio que vê como um incompetente.
ARMANDO (Pêpê Rapazote)
40 anos, divorciado. Vive com a mãe Celeste desde que se separou. Viciado em engate, suposta razão do seu divórcio. Os seus problemas existenciais consistem em: ‘será que a minha mãe e o meu filho já estão a dormir para eu levar a nova namorada para casa?‘. Dá-se bem com a maior parte dos vizinhos. Com ele vão viver, alternadamente, os filhos Rodrigo e Rebeca, que passam o resto do tempo com a mãe.
CONCEIÇÃO (Rosa Lobato de Faria)
Está na casa dos 60 e vive com a irmã Palmira. Encerra o cúmulo da ingenuidade. Solteira, virgem, inocentemente inoportuna, timidamente cusca. Optimista, doce e excelente Relações Públicas. Adora tratar e manter as suas plantas e é meticulosa com a decoração da casa. É o oposto da irmã. Nunca teve nenhum relacionamento amoroso e custa-lhe perceber algumas modernices. No entanto, fica feliz com a felicidade dos outros e é uma pessoa querida por toda a gente. Mas há alturas em que até a própria irmã se sente tentada a tirar proveito da sua ingenuidade.
PALMIRA (Linda Silva)
Também tem 60 e tantos anos. Separada recentemente do marido que a abandonou sem dar qualquer satisfação. Decidiu refazer a sua vida junto da irmã Conceição, mas apenas pelos laços de sangue, porque em tudo são opostas, com a excepção do gosto pelo jogo. Em casa das duas há verdadeiros campeonatos de sueca, poker e todo o tipo de jogos de cartas. Fumadora convicta, não quer saber o que os outros pensam dela. Gosta de bagaço e por vezes bebe mais do que a conta. Irónica, qualquer deixa de outro personagem é motivo de chalaça. Acha que tem muita graça. Tem sempre resposta na ponta da língua. Vive em constante conflito doméstico e existencial, mas no fim a importância que dá a qualquer problema é nula.
CRISTINA (Carla Salgueiro)
Vai viver para o prédio com o namorado Rui. Trabalha na construtora do pai como agente imobiliária. Determinada, infalível, auto-estima sempre em alta. Protótipo da mulher moderna, prática, dedicada ao trabalho e ao namorado. Já planeia o casamento, mesmo sem ter falado com ele. Tem sempre tudo controlado. É muitas vezes a voz da razão num edifício onde parecem prevalecer a loucura e as opções menos óbvias. Como é organizada, entra em conflito constante com os símbolos do poder do prédio e as pessoas mais conservadoras.
RUI (Martinho Silva)
Arquitecto, vive de desenhar caricaturas e banda desenhada. Pensa o futuro de forma oposta à namorada. Não é ambicioso, vive com o que precisa e já lhe chega. De carácter instável, por vezes infantil. Tem dificuldade em impor-se nas situações mais difíceis. Com a namorada é submisso. A sua conduta é consequência de uma clara crise de emancipação, uma vez que vivia como queria com os seus pais. Tem uma relação de amizade com o miúdo Nuno, com o porteiro Emílio e com Pedro, o empregado do videoclube.
ALBERTO (Carlos Areia)
O verdadeiro intruja. Aparece como vendedor de enciclopédias, ‘tipo discurso estudado’, mesmo que não saiba do que está a falar. Não é o exemplo de pai a seguir. Trata o filho com frieza e não quer abraços nem beijinhos. A mulher expulsa-o de casa e ele decide ir viver com o filho para o quarto do porteiro. Os conselhos que dá ao filho raramente são acertados, apesar da sua convicção de ser um bom pai. Os vizinhos vêem-no como um parasita.
PEDRO (Manuel Sá Pessoa)
A sua aspiração é ser realizador de cinema, mas não passa de um empregado de clube de vídeo. É cinéfilo: mais dedicado ao cinema de autor, aborrece-se com filmes comerciais. É impertinente, curioso, intrometido. Virgem, sonha com o dia em que possa encontrar uma rapariga que o ajude a mudar essa condição. Torna-se grande amigo de Emílio, Nuno e Rui, com quem partilha as suas experiências. |

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