Os alegados "ataques" dirigidos ao procurador geral da República (PGR), Pinto Monteiro, e ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Noronha do Nascimento, relacionam-se com os despachos que proferiram relativamente a escutas do processo Face Oculta em que o primeiro ministro, José Sócrates, foi intercetado em conversas com Armando Vara, um dos arguidos no caso.
Alberto Martins afirmou também que a divulgação de matéria em segredo de justiça "foi e continua a ser utilizada para sustentar uma campanha de ataque ao primeiro ministro e ao Governo".