A divisão de trânsito está encarregada de garantir a eficácia dos trajectos
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Publicação:
07-03-2006 20:40
Operação envolve a intervenção de 600 agentes
Durante a tomada de posse de Cavaco Silva, 600 elementos da PSP vão garantir a segurança da cerimónia classificada pela segurança como "operação de risco elevado".
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Sem surpresas, Cavaco Silva venceu as eleições presidenciais, à primeira volta.
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O comando metropolitano de Lisboa vai coordenar uma operação que envolve meios à altura da cerimónia.
Vai apostar em quatro posicionamentos que garantam uma espécie de anel de segurança: corpo de segurança pessoal, segurança próxima das entidades e comitivas presentes, um conjunto de elementos fardados, e alguns à civil.
As áreas envolventes – hotéis, residências oficiais e instalações diplomáticas – não foram esquecidas. Foi também destacada uma divisão específica de segurança a instalações.
O grupo de operações especiais, o corpo de intervenção, o de inactivação de engenhos explosivos e segurança em subsolo e o corpo de segurança pessoal também estão envolvidos nas operações, à semelhamça da divisão de trânsito, encarregada de garantir a eficácia dos trajectos.
Não estão previstos cortes, mas condicionamentos de tráfego do aeroporto e hotéis para a cerimónia na Assembleia da República, até Queluz, Jerónimos e, no fim do dia, na Ajuda, bem como, naturalmente, no regresso.
A GNR assegurará a ordem no interior das instalações. A Força Aérea terá aviões F16 em alerta.
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