Presidenciais

Sem surpresas, Cavaco Silva venceu as eleições presidenciais, à primeira volta.

Tomada de posse

Edição da Noite

O comando metropolitano de Lisboa vai coordenar uma operação que envolve meios à altura da cerimónia.

Vai apostar em quatro posicionamentos que garantam uma espécie de anel de segurança: corpo de segurança pessoal, segurança próxima das entidades e comitivas presentes, um conjunto de elementos fardados, e alguns à civil.

As áreas envolventes – hotéis, residências oficiais e instalações diplomáticas – não foram esquecidas. Foi também destacada uma divisão específica de segurança a instalações.

O grupo de operações especiais, o corpo de intervenção, o de inactivação de engenhos explosivos e segurança em subsolo e o corpo de segurança pessoal também estão envolvidos nas operações, à semelhamça da divisão de trânsito, encarregada de garantir a eficácia dos trajectos.

Não estão previstos cortes, mas condicionamentos de tráfego do aeroporto e hotéis para a cerimónia na Assembleia da República, até Queluz, Jerónimos e, no fim do dia, na Ajuda, bem como, naturalmente, no regresso.

A GNR assegurará a ordem no interior das instalações. A Força Aérea terá aviões F16 em alerta.