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Resumo: 241º Episódio - 1 de março (quarta-feira)

Narcisa e César ganham a Rosa em tribunal!

Christian Gnad

*OS RESUMOS DOS EPISÓDIOS ESTÃO SUJEITOS A MUDANÇAS EM FUNÇÃO DA EDIÇÃO DA NOVELA

Samuel continua inconsolável, culpando-se pela morte de Zé Manuel e nem os esforços de Rita para animar o tio resultam.

Maria fica muito apreensiva quando Rafael lhe pede ajuda para conseguir um crédito que lhe permita abrir a sua empresa de estampagem. A mãe avisa-o de que os juros são muito elevados mas Rafa assegura que a empresa é viável e mostra-lhe, entusiasmado, os desenhos que já fez.

Raul comenta com Gabriela, Hugo e Vasco que quem devia ir ao concurso de comédia era ele. Hugo contesta e conta uma piada fraca a que só Vasco acha graça e quase por favor. Raul acha que ele não vai longe e Hugo dispara que só Vasco entende o seu humor.

Filipe mente a Marisa e diz-lhe que vai ter de ir a um congresso em Itália. Ela lamenta que não possa acompanhá-lo por ter o casamento de Patrícia, provocando-lhe um grande incómodo. Muito comprometido, Filipe faz uma jura de amor a Marisa e segue de mão dada com ela para o quarto. Marisa estranha aquela declaração mas acaba por se deixar embevecer pelo namorado.

Narcisa e César reúnem com o advogado que os vai representar no julgamento pela posse da Floriz contra Rosa. Emídio mostra-se empenhado em conseguir ganhar o caso mas reconhece que tudo pode acontecer.

Quando chega a tribunal, Narcisa não resiste a provocar Rosa perguntando-lhe se não quer desistir. A irmã responde-lhe à altura e deixa claro que está ali para recuperar a empresa que ela lhe roubou. Sofia, Marcelo e Cármen ficam tensos mas Rosa tranquiliza-os, devolvendo as provocações à irmã, deixando-a furiosa quando lhe lembra que matou o próprio neto. Bruno fica tenso ao vê-las a conversar mas Cármen sossega-o assegurando que Rosa está a responder à letra a Narcisa. A refrega verbal entre as irmãs termina com a entrada do juiz na sala de audiências e Emídio aconselha Narcisa a não falar com a irmã.

Enquanto o julgamento da Floriz decorre, vivem-se momentos de grande desalento no hospital, pois Fialho mantém-se alheado de tudo e todos, ignorando quase por completo a presença de Rui, Rute, Piedade, Samuel e César que o visitam.

No tribunal, sucedem-se as audiências e tanto Narcisa como César testemunham uma série de falsidades, afirmando que Rosa quis sair da Floriz e deixá-los à frente da empresa. Rosa explode de indignação e o seu advogado esforça-se por acalmá-la. Dias depois de se ter iniciado o julgamento encontra-se à beira do fim e todos alimentam expectativas de vitória. Quando o juiz entra na sala para proferir a sentença, Narcisa e César de um lado, Rosa do outro, acreditam que a decisão do tribunal lhes será favorável.

Daniel e Mara regressam à oficina e contam a Tomás e Inês que conseguiram que um fabricante português produza a linha de mobiliário que desenharam. Daniel manda entretanto uma mensagem a Sofia para saber se o julgamento da Floriz já terminou. A filha responde que ainda não tem novidades e que dará notícias mais tarde.

Na sala de audiências do tribunal, o juiz profere a sentença e declara Narcisa e César inocentes, rejeitando a acusação de se terem apropriado ilegalmente da Floriz. Rosa fica indignada por perder a causa e Sofia insurge-se contra Narcisa ao mesmo tempo que Bruno considera injusta a decisão do juiz. Rosa não se contém e ameaça a irmã dizendo que o conflito ainda não acabou e que vai continuar a sua luta para reaver a empresa. Narcisa reage com altivez e ironia e recomenda-lhe que tenha cuidado com as ameaças pois está na presença de muitas testemunhas. Marcelo interpela César e insulta-o dizendo que o odeia, que tem vergonha dele e que já não o considera seu irmão.

Já em casa, Rosa recebe o apoio de Sofia e Bruno que se prontificam a continuar a ajudá-la a recuperar a Floriz. Bruno fica satisfeito por saber que Sofia vai continuar em Portugal e Rosa começa a pensar que será melhor tentar afastar primeiro César da empresa, em vez de Narcisa.

Rute discute com César mais uma vez, indignada pelo facto de ele ter mentido em tribunal. O filho não mostra qualquer arrependimento e Rute diz desesperada que quer que ele saia lá de casa. César fica irritado e responde que vai recomeçar a procurar um lugar para morar. Rui conforta Rute e concorda com ela que o melhor é mesmo César ir embora. Entretanto, Rui informa Rute de que tem de ir ao Porto para ajudar um amigo e ela estranha que ele não tenha falado do assunto mais cedo.

Marcelo desabafa com Bárbara a sua mágoa pelo estado de saúde do pai dizendo que Fialho está cada vez mais debilitado e que continua sem se alimentar. Ela tenta animá-lo e transmite-lhe a esperança de que o pai possa recuperar quando os medicamentos começarem a fazer efeito.

Piedade conversa com Samuel e partilha com ele o seu desânimo pelo estado em que Fialho se encontra. O padre, por seu lado, também vive a angústia da culpa pela morte de Zé Manuel e confessa que está a colocar em causa a sua fé e a sua própria vocação, encarando a hipótese de deixar o sacerdócio.

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