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249º Episódio - 02 de abril (sábado)

Luísa consegue que o assassino que baleou Marina confesse que José Maria esteve envolvido!

ana antonio bento

Nervosa, Luísa encontra-se com o assassino da mãe e propõe-lhe que este denuncie José Maria a troco de mais dinheiro do que este lhe pagou. Por fim, confronta-o com a visita de José Maria à prisão e o criminoso cede ao seu pedido. Este confessa ainda que o alvo era Gonçalo e não Marina e que esta foi atingida ao defender o filho, dando tudo errado. Luísa fica estarrecida.

Revoltada, Olga sai disparada da cantina sob o olhar de censura de Salomão e António. Manolo sente-se mal mas António não deixa que este vá embora e promete ajudá-lo.

Amélia cruza-se com Miguel e mostra-se desagradada com a sua presença na quinta. Este conta-lhe que esteve preso por Lídia e a irmã fica impressionada com a sua história. Miguel garante que não está ali para ajudar José Maria mas Amélia não se comove com isso e acusa-o de ser tão mau como José Maria.

O assassino de Marina confessa a um agente da polícia Judiciária que quer revelar o nome da pessoa que o denunciou. O polícia fica surpreendido e ouve-o com atenção. Indica-lhe um telemóvel que tem escondido onde tem o registo das chamadas de José Maria nessa altura.

José Maria continua a provocar Amélia na quinta e esta sente-se cada vez pior ali. Luísa telefona acabada de sair da prisão e partilha com Amélia que o alvo do assassino era Gonçalo e não Marina. Agora falta-lhes provar que foi José Maria quem matou Marina no hospital.

Fátima passeia à volta da casa de Amélia e tenta lá entrar mas é surpreendida por Alfredo que a faz recuar. Desarmada, Fátima bate à porta e chama Amélia, deixando Rosa, no interior, em pânico, sem saber o que fazer.

Quando se afasta, Fátima apanha um colar do chão pertencente a Rosa e fica muito nervosa, ao perceber que a filha adotiva esteve ou está na quinta. Vai a correr ter com José Maria e partilha o que descobriu. Miguel ouve-os, discretamente e dirige-se a casa da irmã. Consegue que Rosa lhe abra a porta e leva-a dali antes de José Maria e Fátima a encontrarem.

Luísa chora, em desabafo, com Gonçalo e confessa ao irmão que o assassino não tem qualquer remorso por ter assassinado Marina. Este fica feliz ao saber da possibilidade de poderem incriminar José Maria com provas e sente vontade de ele próprio acabar com o suposto pai.

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