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Resumo: 56º Episódio - 5 de julho (quarta-feira)

António pede desculpa a Rita por ter desconfiado dela; Fernando quer assumir toda a culpa no tráfico de tabaco para proteger Sara e a Faina Norte

ana antonio bento

*OS RESUMOS DOS EPISÓDIOS ESTÃO SUJEITOS A MUDANÇAS EM FUNÇÃO DA EDIÇÃO DA NOVELA

Jaime incentiva Luísa a não desistir de procurar a filha mas ela recusa-se a regressar a Aveiro, sobretudo depois de ter visto Fernando.

António vai ao barco de Rita pedir desculpa por ter duvidado dela e de ter defendido a mãe. Rita recusa-se a perdoar-lhe e aponta-lhe a porta para que saia. António vai embora mas antes assegura-lhe que não vai desistir dela facilmente.

Cláudia faz um ultimato a Elsa ameaçando contar aos pais que ela teve o colapso por andar a tomar comprimidos, se ela não o fizer. Elsa fica em pânico mas acaba por prometer que vai falar com os pais.

Matilde serve a Mário e Sofia vários pratos de bacalhau para escolherem o melhor para o concurso em que vão participar. Eles reparam no desleixo com que ela empratou a comida e concordam que deve ter mais cuidado. Matilde fica abespinhada e diz que arranjos fazem as floristas, saindo para a cozinha. Mário sorri perante o mau feitio da cozinheira e desabafa com a mulher que se ela não cozinhasse tão bem tinha sido despedida no primeiro dia. Mário pergunta a Sofia como estão as coisas na fábrica e ela responde com preocupação que ninguém sabe mais nada.

Pedro ouve as explicações do pai sobre mecânica e fica escandalizado ao perceber que ele rouba os clientes. Entretanto, Raia entra na oficina e Pedro fica gelado ao vê-lo. Raia avança para ele ameaçador e acusa-o de ter avisado a polícia da operação de contrabando de tabaco. Bruno, agarra numa chave de pneus e corre com Raia da oficina, defendendo o filho. Pedro fica cheio de medo mas o pai garante que o vai proteger.

Sara conta furiosa a António que foi Rita quem fez a denúncia à polícia e diz que vai destruir a vida de todos na fábrica só para provar a sua loucura de que ela e Fernando são uns criminosos. António responde que ela e o padrasto foram apanhados em flagrante e que o seu maior erro foi não ter dado ouvidos a Rita, Sara tenta que o filho fique do seu lado mas ele afirma que não há forma de acreditar no que lhe diz e vai embora desiludido. Sara fica devastada.

Raquel pergunta a Tiago se a mãe e o padrasto estão envolvidos no contrabando de tabaco mas ele diz que se trata de um esquema de alguns pescadores para ganharem mais algum dinheiro. Raquel fica convencida de que ele está a dizer a verdade e avança com sugestões para o que podem fazer do bairro dos pescadores.

Rita agradece à Irmã Madalena por ter feito com que o inspector Romão acreditasse nela. Entretanto, fica perplexa quando Madalena lhe conta que veio um homem à instituição à sua procura, dizendo que era seu tio. Como não tem tios, Rita começa a pensar se não será mais alguém a agir em nome de Sara para a prejudicar, ou o homem que tem andado a ajudá-la contra Sara e Fernando.

Kiko pede ajuda a Jaime para custear a loja para a sua empresa. O padrasto diz que tem de falar com a mãe dele mas que agora não é a melhor altura porque a viagem ao continente não correu como esperavam. Kiko confessa que já está farto de que a mãe continue a esconder-lhe coisas que lhe dizem respeito mas Jaime pede-lhe um pouco mais de paciência com Luísa.

Luísa conta a Isabel que a viagem a Aveiro não correu como esperavam e repara que ela continua a tomar comprimidos para as dores. Isabel revela que Jaime lhe marcou mais uma consulta e que terá de ir a Coimbra e pede a Luísa que tome conta da plantação na sua ausência.

Rita garante a Patrícia que não está disposta a perdoar a António o facto de ter duvidado de si. As amigas brindam à Irmã Madalena pela ajuda que sempre lhes deu.

Varela informa Sara e Fernando de que ficaram com termo de identidade e residência e adverte que como foram apanhados em flagrante junto ao tabaco de contrabando podem ser condenados em tribunal. Sara fica muito nervosa e Fernando a pensar no que poderá acontecer a eles e à empresa. O advogado diz que têm de arranjar uma forma de reduzir o envolvimento deles ao mínimo.

Desesperada mas escondendo o seu estado, Sara vai ao barco de Rita e pergunta-lhe quanto quer para desaparecer e recomeçar a vida noutro lado. Cheia de raiva, Rita responde que quer a empresa, a casa e a vida dela. Sara fica furiosa e antes de se ir embora assegura-lhe que tudo o que fizer contra si só vai prejudicar os seus amigos e todos os que a ajudaram.

Fernando reúne com o doutor Varela e diz que quer assumir a culpa do contrabando de tabaco na fábrica, para salvar a imagem da Faina Norte e de Sara que é realmente a cara da empresa. A conversa com o advogado é captada pela câmara do computador que Fernando tem à sua frente e Nuno assiste a tudo através do seu computador, exibindo um sorriso de vitória. Fernando reafirma ao doutor Varela que quer assumir a culpa pelo contrabando de tabaco na Faina Norte, confessando à polícia que o fez para pagar dívidas de jogo e que Sara foi obrigada a aceitar a situação para o salvar. O advogado avisa que não será fácil ilibá-la mas diz que vai tomar as providências necessárias para que ele confesse o crime.

Pedro está muito agitado e continua a temer que Raia e os seus homens o façam pagar caro por ter denunciado o contrabando na fábrica. Rita tenta fazer-lhe ver que a polícia o vai proteger, até porque é uma testemunha fundamental para os condenar, mas Pedro nem por isso fica mais tranquilo.

Filipa encontra-se com António na Mercearia e ele conta que confrontou a mãe com o contrabando na fábrica e que ela negou tudo. Com mágoa, confirma que o irmão a apoiou só para o contrariar. Filipa diz que não deviam ter vendido a casa mas perante a reacção negativa do ex-noivo irrita-se e dispara que não estava a sugerir viverem juntos mas apenas que ele deveria sair de casa. António acalma e acaba por se ir embora, sob o olhar de Filipa.

Sara, pede a Tiago que dê uma volta pela fábrica para acabar com a especulação entre os trabalhadores por causa do contrabando de tabaco. Depois de Tiago sair, Fernando conta a Sara que decidiu assumir o crime e denunciar Amaral e os seus homens. Ela não gosta da ideia e avisa que os contrabandistas vão querer vingar-se dele. Fernando confessa que é a única alternativa que tem para a ilibar e salvar a empresa. Sara critica-o por tê-los colocado naquela posição e o marido fica desanimado com a forma como ela lhe fala.

Lucinda causa apreensão entre as operárias ao dizer que vai tratar de arranjar trabalho noutro lado porque a fábrica vai fechar. Sofia tenta serenar os ânimos e diz que ainda não se provou que os barcos serviam para traficar tabaco. Tiago aparece naquele instante e trata de assegurar que a Faina Norte só fechará se as máquinas continuarem paradas. Sofia repreende Lucinda por ela ter confrontado Tiago ao perguntar o que irá acontecer na empresa.

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