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Resumo: 20º Episódio - 23 de maio (terça-feira)

Sara descobre que Fernando vai começar a traficar tabaco e quer desmascará-lo; António e Rita preparam-se para uma noite romântica

Paulo Goulart Photography

*OS RESUMOS DOS EPISÓDIOS ESTÃO SUJEITOS A MUDANÇAS EM FUNÇÃO DA EDIÇÃO DA NOVELA

Raia conta a Sara que Fernando aceitou fazer contrabando de tabaco para pagar as dívidas que contraiu nas apostas dos combates ilegais. O pescador avisa que a mercadoria já deve estar a ser carregada para o barco e a empresária garante que não vai permitir que isso aconteça. Depois de Raia sair, Sara tem um acesso de fúria e varre tudo o que tem em cima da secretária.

António tenta desamarrar Rita mas o assassino recupera os sentidos e tenta disparar sobre ela. António, num impulso de coragem, precipita-se sobre o bandido numa luta feroz corpo a corpo. A arma dispara-se e o capanga é atingido no ombro, colocando-se em fuga.

Já dentro do carro e cheio de dores, o assassino contratado para matar Rita percebe que Fernando lhe ligou e devolve a chamada. O patrão manda cancelar o serviço que tinha encomendado e ordena ao marginal que trate do ferimento e que saia da Islândia, o quanto antes.

Inês procura Kiko e confessa que estava com saudades dele. No entanto, adverte que espera muito mais dele se quiser ficar ao seu lado.

Depois do sequestro de Rita, Jón convida-a e a António para ficarem consigo mas ambos recusam.

Joaquim conversa com Carmo e fica perplexo quando ela lhe conta que Fernando apareceu na Mercearia e que viu Afonso. O pai insinua que ela fez de propósito para mostrar o rapaz ao pai, temendo que ele fique a saber quem ele é. Carmo irrita-se com Joaquim e nega qualquer interesse em Fernando. Afonso chega entretanto fazendo com que Carmo e Joaquim acabem com a conversa. Joaquim propõe que jantem juntos mas Afonso diz que não pode porque combinou ir ter com André.

Micael fica radiante ao constatar que o seu carro está arranjado. Bruno gaba-se pelo serviço, escondendo que foi Vítor a fazê-lo. Micael paga a Bruno e Vítor exige a sua parte ao patrão.

Eunice vai ao cabeleireiro falar com Renata e esta implora-lhe, que pare de lhe afastar a clientela. Matilde irrompe pelo salão e depois de fazer um escândalo arrasta a filha para fora do salão, proibindo-a de lá voltar. Renata fica a chorar.

Já na rua, Matilde discute com Eunice por ela ter ido falar com a cabeleireira que lhe roubou o marido.

Eunice regressa a casa e para sua grande surpresa encontra Bruno refastelado no sofá. Ele tenta voltar para casa e tenta seduzi-la com o dinheiro que ganhou na oficina. Eunice não vai na conversa e pede-lhe que devolva a chave de casa. Como ele recusa, ameaça mudar a fechadura, pagando com o dinheiro que ele lhe quer dar. Eunice manda-o embora e vira-lhe as costas. Bruno, pousa as notas em cima da mesa mas antes de sair, leva algumas consigo.

Patrícia recusa-se a contar a Carmo porque é que a polícia foi à sua procura, mas apesar disso a patroa deixa-a continuar a trabalhar na Mercearia.

Jón conta a António e Rita que a polícia encontrou o carro roubado que os bandidos que atacaram usaram, acrescentando que a peritagem à arma ainda está a ser feita. Rita acredita que a sua morte foi encomendada por alguém que não quer que ela encontre a mãe. Jón diz que António chegou no momento certo para evitar o pior.

Filipa visita Tiago e lamenta por António ter ido atrás de Rita. Tiago incentiva-a a não desistir de António e ela garante que está a fazer por isso, acrescentando que o irmão gosta muito dele. Tiago garante que nunca duvidou disso mas reconhece que com tudo o que aconteceu, só pode sentir-se amargo.

Sara, janta com Fernando e recrimina-o pelo facto de não ter conseguido falar com o homem a quem encomendou a morte de Rita, colocando a vida de António em risco. O marido fica irritado e frisa que tudo acabou em bem. Depois de ficar a saber que Tiago ficou diminuído na visão e que vai ter de abandonar a carreira de piloto, Fernando levanta-se da mesa e diz a Sara que ainda vai ter de passar na fábrica para ultimar a partida do navio para a faina no mar da Islândia. Ela finge não saber o que ele anda a tramar e deixa-o sair, contendo a fúria que a invade.

André faz o seu primeiro combate clandestino e apanha uma tareia do seu opositor, ficando muito mal tratado. Enquanto Vítor e Afonso o carregam em braços, Micael recolhe o dinheiro que ganhou com Vítor por terem apostado no outro lutador. Vítor esconde do irmão que não apostou nele.

Eunice fica insatisfeita quando Carmo revela que decidiu deixar Patrícia continuar a trabalhar na Mercearia, apesar de ela ter sido procurada pela polícia.

Luísa sente-se culpada por Jaime ter ficado sem emprego mas o marido faz um esforço para esconder que na realidade a responsabiliza pelo sucedido.

Raia, vigia o embarque do tabaco de contrabando e informa Sara dos movimentos de Fernando, Vieira e Amaral. Ela diz-lhe para não fazer nada por enquanto.

Rita e António, começam a viver uma noite romântica na Islândia, depois de terem deixado a casa de Jón para se alojarem num hotel.

Eunice não esconde o seu desagrado por Pedro estar outra vez de partida para a pesca no mar da Noruega e o filho fica irritado por ela e o pai não quererem que ele seja pescador.

Matilde vai provocar Bruno à oficina, tentando convencê-lo a desistir de voltar para casa e sugerindo-lhe que vá atrás de Renata com quem traiu Eunice. O mecânico recusa-se a devolver as chaves de casa e diz à sogra para não gastarem o dinheiro todo na fechadura nova, para ver se sobra algum para a porem num asilo.

Mário acaba por aceitar que Sofia volte a trabalhar na Faina Norte mas reconhece que não vai ser fácil lidar com Matilde no Meia Desfeita.

Cheia de inveja da irmã, Elsa parte as cordas do violino de Cláudia sem que esta suspeite de nada.

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