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Resumo: 8º Episódio - 9 de maio (terça-feira)

Afonso afirma que vai viver uns tempos com Carmo; Filipa procura Rita na fábrica e faz questão de dizer que António é seu

ana antonio bento

*OS RESUMOS DOS EPISÓDIOS ESTÃO SUJEITOS A MUDANÇAS EM FUNÇÃO DA EDIÇÃO DA NOVELA

Isabel e Joaquim ficam em choque quando Carmo lhes aparece em casa de surpresa para ver Afonso. Os pais ficam cheios de receio que ela conte ao rapaz que afinal não é sua irmã mas sim a sua verdadeira mãe e que eles são na realidade seus avós.

Apesar de ver a expectativa com que Cláudia aguarda a chegada da carta do conservatório para ver se conseguiu a sua bolsa, Elsa esconde da irmã que já a recebeu, como forma de se vingar por achar que os pais gostam mais dela do que de si.

Afonso confessa a Carmo que está farto da pressão que a mãe exerce sobre ele e mostra o desejo de ter o seu próprio espaço. Carmo diz que quer estar mais disponível para ele, mas não conta que é a sua verdadeira mãe.

Dissimulada, Lucinda tenta convencer Rita a levar a mulher que ela julga ser sua mãe para um sítio onde possam viver juntas, na esperança de que ela saia lá de casa.

Horácio comunica aos pescadores que os patrões não tencionam pagar-lhes o dinheiro correspondente ao trabalho da última viagem à Islândia e incentiva-os a lutarem pelos seus direitos. Raia, a soldo de Fernando e Sara, tenta desmobilizar os colegas.

Filipa procura Rita na fábrica e faz questão de dizer que António é seu, aproveitando para a tentar humilhar. Rita reage mal quando Filipa a agarra e aconselha-a a nunca mais o fazer. Filipa acaba por se ir embora.

Joaquim e Isabel ficam em choque quando Afonso interrompe a discussão que eles estão a ter com Carmo, dizendo que decidiu ir passar uns tempos com ela em Aveiro.

António cruza-se com Filipa à porta da fábrica e ao perceber que ela foi falar com Rita trata de a censurar, enfatizando que ela não tem nada de discutir com ela um assunto que só a eles diz respeito. Filipa responde com azedume e dispara que ele não imagina como é que ela se sente por ter sido descartada.

Depois de Filipa se ir embora, António vai falar com Rita para saber se a ex-noiva a foi incomodar. Ela desvaloriza a situação e António consegue convencer Rita a conversar consigo assim que fizer uma pausa no trabalho.

Isabel discute com Carmo por ter desafiado Afonso a ir consigo para Aveiro e tenta fazer com que ela volte para os Açores já que quer tanto ficar perto dele. Joaquim apoia Isabel mas Afonso insiste que quer ir passar uns tempos com a irmã. Apesar da conversa, Isabel e Joaquim ficam um pouco mais tranquilos pelo facto de a filha dar a entender que não vai contar ao rapaz que é a sua mãe e que eles são seus avós.

António tenta convencer Fernando a encontrar uma função mais adequada para Rita na fábrica, desconfortável com o facto de a terem colocado na linha de produção. Fernando diz a António que Rita não é mulher para ele e esforça-se por demovê-lo de ter uma relação com ela. António agradece os conselhos mas não cede.

Mário serve Horácio e Pedro no Meia Desfeita e avisa-os de que os patrões da fábrica não lhes vão pagar facilmente o dinheiro que lhes ficaram a dever.

Sofia diz a Mário que quer deixar de trabalhar no restaurante para estar mais perto de Elsa e faz um ultimato ao marido para que encontre rapidamente uma cozinheira que a substitua. Mário fica muito desagradado.

Bruno vai a casa de Renata e tenta recuperar sem que ela veja a pulseira que roubou à sogra para lhe oferecer. No entanto, não consegue os seus intentos porque a amante tem a jóia dentro da mala e tenciona pô-la no pulso quando chegar ao cabeleireiro.

Vítor está desesperado por não conseguir arranjar o seu carro de corrida e Bruno ainda o deixa mais desanimado ao dizer que só um milagre salvará o carro. Ardiloso, o empregado comenta que o viu sair de casa de Renata na outra noite, insinuando que ele tem um caso com ela. Bruno fica atrapalhado e justifica que passou por lá para cortar o cabelo mas Vítor contra-ataca e diz que vai contar à rapaziada do bairro que a cabeleireira também trabalha em casa. O patrão afirma que se tratou de um favor e pede-lhe que não diga nada. Vítor concorda, desde que ele lhe dê algumas peças para concertar o motor do carro. Bruno acaba por aceitar, embora contrariado.

António aproveita a pausa de Rita no trabalho para conversar com ela sobre o beijo que deram mas ela faz questão de manter a distância e dizer que são apenas amigos. Como ele não aceita o argumento, ela reforça que tem a vida numa confusão e que não precisa de mais nada para a desestabilizar ainda mais.

Horácio insiste com os pescadores para que lutem para receberem o dinheiro que os patrões não lhes querem pagar mas Raia opõe-se e mete medo aos colegas dizendo que assim se arriscam a ficar sem trabalho. A maioria prefere regressar ao mar e Horácio não tem outro remédio senão conformar-se.

Tiago pede ajuda a António para escolher o anel de noivado para a namorada e pede-lhe desculpa por tudo estar a acontecer quando ele está a passar um mau momento com o fim da relação com Filipa e a paixão a que Rita não quer corresponder. António lamenta que ela esteja a trabalhar num sector da fábrica que só a está a humilhar e reafirma que a quer mais do que tudo na vida.

Sara e Fernando ficam satisfeitos quando Horácio lhes comunica que os pescadores decidiram voltar ao mar assim que o navio que foi arrestado na Islândia regressar a Aveiro. No entanto, faz questão de sublinhar que não concordou com a decisão dos colegas e que apenas está a respeitar o que a maioria decidiu. Quando ficam a sós, Fernando comenta com Sara que o melhor mesmo é que Horácio se reforme de vez e deixe a comissão de trabalhadores para eles poderem colocar lá alguém da sua confiança.

Horácio lamenta com mágoa a Lucinda e Rita que os colegas da faina se tenham vergado à vontade dos patrões. Rita responde a Lucinda e revela que vai passar na conservatória pela hora do almoço e Horácio, sabendo que ela também vai visitar a mãe, faz questão de a acompanhar. Lucinda não gosta nada da conversa mas cala-se porque Rita assume que aceita de bom grado a ajuda do pescador.

Luísa recebe uma estatueta em madeira e interroga-se sobre quem é que todos os anos lhe faz tais ofertas.

Inês reage mal ao facto de Afonso ter decidido ir para Aveiro com Carmo e decreta o fim do namoro, convicta de que a relação não resistirá à distância.

Joaquim tenta demover Carmo de levar Afonso com ela pergunta-lhe se pensa que vai ter a vida que teria se tivesse casado com Fernando. A filha diz que não quer saber dele e garante que quem lhe faz falta é o filho. Joaquim avisa-a de que se contar a verdade ao Afonso ele não se revoltará apenas contra si e Isabel.

Rita levanta na conservatória um documento que lhe dá esperança de que o irmão esteja vivo.

Elsa arrepende-se de ter escondido de Cláudia a carta que o conservatório lhe enviou e acaba por entregá-la. A irmã fica furiosa e acusa-a de ter agido por ciúmes. Sofia, que chega a casa no ponto alto da discussão entre as filhas, também fica zangada com Elsa. Esta vai para o quarto a chorar depois de Cláudia festejar com a mãe o facto de ter sido aceite no curso de violino em Berlim.

Rita conversa com Romão, um dos inspectores que investigou a morte do pai. No entanto, o agente não lhe fornece qualquer pista que esclareça se ele foi realmente assassinado e por quem. O único dado que Romão valoriza é o facto de a mãe dela ter dito no dia do crime ao segurança que tinha visto alguém a pôr um corpo num carro.

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