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Resumo: 2º Episódio - 2 de maio (terça-feira)

Sara revela a Rita o culpado pela destruição da sua família; António e Rita lembram alguns momentos de infância

Paulo Goulart Photography

*OS RESUMOS DOS EPISÓDIOS ESTÃO SUJEITOS A MUDANÇAS EM FUNÇÃO DA EDIÇÃO DA NOVELA

António é assistido pelos paramédicos na ambulância e pergunta-se sobre quem é aquela rapariga que o salvou. Sara conversa com Rita e lembra que chegou a andar com ela ao colo quando era criança. Rita confessa que ali está para obter as respostas sobre as suas origens e sobre a sua família. Escondendo a tensão, Sara conta a versão que lhe interessa sobre a história e diz que o seu ex-marido, Nuno, matou o pai dela, Álvaro, por ciúmes, depois de ter pensado que ela, Sara, tinha um caso com o seu melhor amigo e sócio. Rita fica muito surpreendida e pergunta o que aconteceu à mãe. Sara, responde que ela ficou muito transtornada com o que aconteceu e que fugiu levando consigo o irmão de Rita, Kiko. Cínica, Sara oferece-se para ajudar Rita a desvendar o seu passado.

Nos Açores, Kiko entra em casa e confronta-se mais uma vez com a inércia da mãe, que continua incapaz de seguir com a sua vida e voltar a trabalhar. Luísa, muito perturbada, pede ao filho que fique sempre perto de si. Ele pergunta onde é que Jaime foi e a mãe deixa escapar que ele está na plantação de chá.

Na plantação, Jaime conta a Isabel que recebeu uma proposta de trabalho tentadora e que pretende levar Luísa e Kiko consigo. Isabel, que sente a falta do apoio de Joaquim, tenta demover o seu melhor engenheiro de se ir embora.

No mar da Islândia, Simão insiste em impedir que a pesca continue para além do que é permitido por lei, lembrando os direitos dos pescadores. Raia acusa-o de estar a querer dar ordens quando não tem esse direito, enquanto Horácio tenta apaziguar os ânimos. Pedro acha que quem manda é o capitão do navio e Horácio decide ir falar com o comandante. Simão vai com ele e quando está a argumentar que não devem lançar mais redes ao mar a conversa é interrompida por um oficial que anuncia a chegada de uma patrulha da marinha norueguesa ao barco.

Depois de António ser assistido na ambulância, agradece a Rita por o ter salvado e compara o fio que tem ao pescoço com o dela, ponto de partida para as recordações de infância de que desfrutaram juntos. Da conversa surge o convite de António para que ela jante e se hospede na sua casa. Sara, concorda mas é interrompida por uma chamada a avisar que o seu barco que pescava na Noruega está a ser alvo de uma investigação.

Na fábrica, Lucinda finge-se adoentada e consegue ter autorização para ir para casa. As colegas desconfiam das suas queixas e têm razão para tal.

Sara conta a Fernando que Rita apareceu e ele fica muito inquieto com a notícia. Sara, tenta serenar os ânimos e diz que é preferível tê-la por perto, pois será mais fácil defenderem-se dela e da sua investigação sobre o que na verdade aconteceu aos pais.

António recebe Rita em casa e conversa com ela sobre o passado, convencido de que o seu pai matou o dela e que preferiu fugir a assumir as suas responsabilidades. Estranhamente, Rita não revela qualquer animosidade e deixa falar mais alto o amor que sentiu na infância por António segurando-lhe na mão com ternura. Já dentro de casa, depois de ver algumas das fotografias que lá estão expostas, Rita assegura a António que nunca o verá como um culpado pelo infortúnio que atingiu a sua família.

Na Noruega, os inspectores que fiscalizam o bacalhoeiro da Faina Norte descobrem que o barco excedeu a quota de pesca e decidem arrestá-lo, para desespero da tripulação. O Gafanha 1 fica apreendido até que a empresa pague a multa. Os pescadores são obrigados a regressar a Portugal de avião. Fernando fica incomodado mas Sara parece resignada.

No Meia Desfeita, um dos cafés da terra, Lucinda queixa-se das suas maleitas mas Sofia troça dela e trata mal o marido, quando Mário justifica o facto de só chegar naquela altura por ter estado a tratar da lida da casa.

Horácio adivinha que Simão terá feito a denúncia à fiscalização na Noruega de que o Gafanha1 estava com pescado a mais a bordo mas o pescador nega que se tenha queixado às autoridades.

Fernando mostra-se preocupado com a aparição súbita de Rita e Sara assume que ela não pode descobrir que eles estiveram por trás da morte do pai dela, sob pena de poder perder os filhos se eles ficarem a conhecer a verdade. Até porque Rita é, em boa verdade, a herdeira de metade das empresas que eles detêm.

Eunice conta que Pedro lhe ligou a informar que a tripulação do bacalhoeiro vai regressar a Portugal de avião. Bruno fica perplexo e Matilde, sua sogra aproveita para criticar o genro e abrir mais um conflito com ele. Bruno, sussurra a Eunice que a mãe dela estava bem era num lar e diz que vai arejar. A sogra aproveita para o virar mais uma vez contra Eunice.

Bruno vai até ao cabeleireiro para cortejar Renata e no caminho desilude Vítor que lhe pede ajuda para afinar o seu carro para uma corrida. Já no cabeleireiro, Bruno combina ir jantar com a amante em casa dela.

Tiago comenta com Clara o acidente de António e quando este aparece com Rita recorda o momento em que um outro rapaz lhe tentou roubar na escola o fio que ainda agora traz ao pescoço. António acaba com a conversa dizendo que o fio lhe foi dado por alguém que pensava que nunca mais iria ver. Rita mostra-se carinhosa para António.

Sara e Fernando, digerem o aparecimento de Rita nas suas vidas e mostram-se preocupados com a sua presença. Sara acha que é obra do destino.

Kiko conversa com Jaime, preocupado com a estabilidade emocional de Luísa. O padrasto aproveita a ocasião para revelar que recebeu uma proposta de emprego noutro lugar e confessa não saber como fazer para não desestabilizar ainda mais a mulher.

Joaquim conversa com Isabel sobre a possibilidade de modernizarem a fábrica do chá mas ela fica irritada, preferindo os métodos antigos. Entretanto, Afonso chega e revela que telefonou a Carmo a dizer que ela lhes faz falta nos Açores porque a mãe precisa de ter quem a ajude. Isabel fica furiosa e censura Afonso pela sua iniciativa.

Eunice oferece a sua ajuda a Carmo na mercearia enquanto questiona se ela nunca mais pensou em voltar para os Açores. Ela deixa claro que a sua prioridade é fazer vingar o seu sonho à frente do negócio que criou.

Quase a regressar a Portugal e ainda no navio de pesca, Horácio confidencia a Pedro os seus planos para a reforma.

Bruno, entra em casa e fica desagradado por encontrar a sogra Matilde a tratar da roupa. Matilde não perde tempo e obriga-o a preparar o quarto de Pedro para quando ele regressar do mar.

Depois do jantar com a sua família, António leva Rita a rever algumas fotografias que a possam fazer recordar o passado. A tensão entre ambos vai aumentando a cada vez que se tocam. Sara está inquieta e olha repetidamente para as horas que o relógio assinala. A sua preocupação termina quando Filipa chega, vinda de Barcelona. Sara apressa-se a apresentar a rapariga a Rita como a namorada de António, deixando o filho muito embaraçado.

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