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Rita Faria

Mariana Pacheco

ana antonio bento

Rita cresceu sem família. Quando tinha quatro anos, o pai, Álvaro Faria, que era um dos dois donos da Faina Norte, foi assassinado. O seu grande amigo e sócio, Nuno Vidigal, foi considerado culpado. Profundamente perturbada, a sua mãe, Luísa Faria, fugiu com o irmão bebé, “Kiko”.

Rita foi entregue ao Abrigo de Nossa Senhora do Amparo, onde cresceu e aproximou-se muito da Irmã Madalena, a freira que dirige a instituição, e de outra interna como ela, Patrícia Lima.

Quando atingiu a maioridade, alistou-se na Marinha. Embora não tenha abraçado essa carreira por sua iniciativa, ali encontrou formação e um rumo. Achava que tinha encontrado o seu lugar e um futuro, mas de repente tudo muda quando recebe os dados acerca da sua família e decide ir à procura da mãe e do irmão, ainda que não tenha quase nenhuma pista. Esta passa a ser a missão da sua vida.

É assim que Rita vai chegar à empresa que era do pai e vai apresentar-se ao casal que o assassinou, Sara Vidigal e Fernando Montês, que num primeiro momento ela pensa estarem do seu lado. Por isso, aceita ficar a trabalhar com eles. É também assim que Rita vai chegar a António Vidigal, um dos filhos de Sara com o seu primeiro marido, Nuno.

António e ela tinham sido muito ligados quando pequenos e, embora já não se recorde dele, a empatia (a paixão) entre os dois é imediata. Ambos percebem que foram feitos um para o outro.

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