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Catarina em prisão preventiva!

Depois da denúncia que Fernanda fez, Catarina nunca mais teve sossêgo e acabou mesmo atrás das grades!

A PJ vai à clínica deter Catarina para interrogatório e com um mandado para passar revista à sua casa. Catarina sai de cabeça baixa e ainda tem de enfrentar William e Joana a quem revela que está a ser acusada de ter assassinado a mãe.

Catarina prescinde do advogado. Os agentes perguntam-lhe porque é que existe sangue da mãe na mala do carro dela. Catarina recusa-se a responder, alega que se pode ter cortado e sustenta veementemente que a mãe está viva. Mas quando os agentes lhe perguntam onde está, não sabe dizer. Os agentes adiantam que de acordo com a denúncia, Maria terá sido morta pela filha na sala e transportada na mada do carro. Catarina passa a noite na prisão até serem feitas buscas na sua casa e ser presente ao juiz.

Os inspectores procuram Leandro para saber o que aconteceu no dia em que Maria desapareceu e ficam a saber que Catarina ficou sozinha em casa depois de chegarem do aeroporto, enquanto ele foi ver os pais. Leandro adianta ainda que depois foram jantar no carro de Catarina a casa do mister, mas que ela não estava bem porque à data se encontrava a fazer quimioterapia. Os inspectores mostram interesse em saber mais sobre este assunto e Leandro revela que depois de ser operada, quase por milagre, Catarina ficou bem mas adianta também que a mãe nunca acreditou que ela tivesse cancro. Quando os inspectores perguntam a Leandro se acha que Catarina seria capaz de matar a mãe, o rapaz não tem dúvidas em responder afirmativamente.

Já nas instalações da PJ, os agentes perguntam a Fernanda porque é que acha que Catarina fingiu ter cancro e se sabe onde está Maria. Fernanda explica que achou estranho Catarina curar-se tão depressa e nunca ter ido à cama ou ter ficado sem cabelo. Já quanto ao paradeiro de Maria, mente afirmando que não sabe dela e que a ultima vez que a viu foi no dia em que desapareceu. Fernanda recorda que Maria foi ao posto dizer que pretendia ir ao IPO saber do estado de saúde da filha e depois iria ao aeroporto buscá-la.

Perante as informações recolhidas, a PJ volta a confrontar Catarina, assegurando que um vizinho viu a mãe entrar em casa quando ela estava lá e que o laboratório detectou uma mancha de sangue de Maria na sala. Catarina, contudo, não se deixa baralhar e insiste que a mãe está viva e que falou com ela ao telefone. A PJ garante que não a vai deixar fugir e que o ministério público vai pedir a prisão preventiva.

Catarina, incrédula, é fechada numa cela sem sequer ter oportunidade de voltar a falar com alguém para pedir uma muda de roupa.

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