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Sofia é detida e fica com pulseira electrónica!

Sofia é suspeita de ter atropelado Catarina e é levada para a esquadra

Dois agentes da Polícia Judiciária vão a casa de Henrique e Sofia e decretam a Sofia que está detida por ser suspeita do atropelamento de Catarina Ferreira.

Sofia recusa-se a acompanhar os agentes da Polícia Judiciária, argumentando que nada teve a ver com o atropelamento de que é suspeita mas um deles avisa-a que está prestes a incorrer no crime de resistência à detenção e desobediência à autoridade. Aconselhada pela mãe e pelo marido acaba por acompanhar os agentes.

Henrique promete agir rapidamente e providenciar-lhe um advogado, enquanto Assunção consola Inês que está muito nervosa e aninhada em João. A avó diz que só pode tratar-se de um mal-entendido mas, na verdade, não acredita muito naquela possibilidade. Entretanto, Henrique conta o sucedido a Miguel, que se dispõe a usar a sua condição de juiz para averiguar o que é que o Ministério Público reuniu contra Sofia, frisando que ela não deve prestar qualquer declaração à polícia, sem ter o advogado a seu lado.

O inspector que investiga o atropelamento de Catarina tenta que Sofia responda às perguntas que tem para lhe fazer mas ela reafirma que só fala na presença do advogado. Este chega e acaba com o interrogatório. Quando fica a sós com ela, pede-lhe que conte tudo o que se passou, para não ter surpresas quando começar a defendê-la.

Henrique conta a Inês que a mãe vai aguardar o julgamento em casa, mas com pulseira electrónica. A filha fica revoltada ao ponto de desejar a morte de Catarina.

Sofia regressa a casa e tanto Inês como Assunção protestam com os agentes, pelo facto de lhe ter sido imposto o uso da pulseira electrónica. Henrique assegura que será por pouco tempo, certo de que o advogado da mulher está a tratar de a libertar.

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