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A Clínica é palco de um sequestro, Henrique é baleado e Duarte e Joana são feitos reféns!

César fica perturbado com a morte da mulher e exige que Henrique assuma a culpa publicamente

Dina comenta na recepção com Célia que se cruzou com um homem que estava à procura de Henrique e a recepcionista, sem adivinhar o drama que se desenrola no laboratório, conta com pena que se trata do marido da paciente que morreu.

Entretanto, de arma na mão e cada vez mais impaciente, César insiste com Henrique para que declare publicamente a sua culpa pela morte da mulher dele. O médico recusa e César explode de fúria, assustando uma investigadora que parte um frasco que cai ao chão. Perante a desatenção momentânea do sequestrador, Henrique tenta fugir mas é atingido a tiro, caindo inanimado no chão. Apesar de Inácio dizer que Henrique precisa de assistência imediata, César expulsa toda a gente do laboratório, menos Joana que também fica refém.

Na recepção, Célia afirma que lhe pareceu ouvir um tiro e Duarte manda-a chamar a polícia, precipitando-se para o corredor, depois de se certificar que Pedro já foi para casa com a mãe. Entretanto, cruza-se com Inácio que, muito perturbado, conta que Henrique foi baleado e que está no laboratório a precisar de assistência, acrescentando que Joana foi feita refém. Duarte enche-se de coragem e grita para César que vai entrar. Este aponta-lhe a arma e diz que apenas quer que ele faça uma declaração à imprensa, assumindo a responsabilidade da clínica pela morte da mulher. Em troca, Duarte consegue que Henrique seja levado para ser tratado, mas César mantém Joana sequestrada, até que as suas exigências sejam atendidas.

Em casa, Beatriz recebe a chamada da clínica a avisá-la do que se está a passar por lá e põe-se a caminho com Pedro, que insiste em acompanhá-la, preocupado com o pai.

No laboratório, César fica ainda mais impaciente porque a equipa de televisão que exigiu tarda em chegar. Duarte tenta tranquilizar Joana, que está cada vez com mais medo do que possa acontecer.

Maria chega à clínica e Catarina coloca-a a par da situação. Determinada, avança para o interior a fim de ajudar no que for necessário.

Sofia também tenta entrar, alegando que é mulher do médico baleado. O polícia deixa-a entrar com Maria, mas Beatriz é obrigada a ficar à porta com Benedita.

O chefe de operações da PSP pede as plantas do edifício. Dina informa Sofia que Henrique está no bloco a extrair a bala e assegura-lhe que ele vai ficar bem. Entretanto, o chefe de operações fala com César pela primeira vez para lhe dizer que os jornalistas que pediu estão quase a chegar. Em troca, pede-lhe que liberte Joana mas, César irrita-se e antes de desligar o telefone com violência, diz que do laboratório não sai ninguém até que as suas exigências sejam satisfeitas.

Benedita conversa com Zé e pergunta-lhe se ele viu o sequestrador. O rapaz vai respondendo às perguntas quase como um autómato e recusa ir para casa enquanto o seu horário não estiver cumprido.

Sara, Filipe e Vasco também acorrem à clínica, temendo pelo que pode acontecer a Joana. A psicóloga faz menção de pedir para entrar na clínica mas Filipe impede-a.

César recebe mais um telefonema da polícia e diz a Duarte para começar a pensar no que vai dizer, porque os jornalistas acabaram de chegar.

Entretanto, o chefe de operações dá as últimas instruções a dois agentes que estão à paisana e que vão surgir perante César como os jornalistas que ele solicitou.

O sequestrador deixa entrar no laboratório a suposta equipa de televisão e um dos agentes disfarçados pede-lhe que faça uma declaração, explicando as razões que o levaram a tomar uma atitude tão extrema. César ainda fica desconfiado mas acaba por falar para a câmara. À medida que fala da morte da mulher enerva-se e dá um murro na bancada, levando a que Joana solte um grito. O homem distrai-se e os agentes caiem sobre ele para o imobilizar, enquanto Duarte o desarma.

Beatriz, egoísta como sempre, mostra-se desagradada com o facto de Joana estar sempre em todas as situações que envolvem Duarte. Benedita repreende-a por só pensar em si e Teresa lembra-lhe que Duarte está em perigo. Entretanto, Inácio detecta movimentações no interior da clínica e todos olham com expectativa para a porta de onde sai César, que é levado pela polícia. Maria vem logo atrás aliviada e junta-se a Catarina. Filipe, Sara e Vasco vão abraçar Joana. Duarte recebe o abraço de Pedro e é obrigado a aceitar o de Beatriz que se atira a ele para provocar Joana.

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