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7º episódio - 14 de setembro (segunda-feira)

Maria recebe a visita de um professor de Catarina que promete ajudá-la!

Victor Freitas\302\251

Henrique protesta com o advogado por não ter prevenido a família de que António acrescentou Maria à lista dos seus herdeiros mas o advogado defende-se dizendo que cumpriu a sua obrigação que foi avisar todos os herdeiros.

Benedita arrisca que deve haver uma maneira de tirar Maria do testamento mas Vidal assegura que a vontade de António foi muito clara e expressa na plenitude das suas faculdades. Henrique insiste que já tinha avisado que ela não era de confiança mas Teresa dispara que se calhar ela é que foi amiga do pai, enquanto eles estavam preocupados com as suas vidas. Henrique ironiza e responde que foi tão amiga que o matou. Duarte constata que ainda não há provas disso e Henrique irrita-se com ele.

Nas instalações da Polícia Judiciária, a inspectora Paula conduz o interrogatório a Maria, pressionando-a para que confesse que matou o patrão. Maria proclama a sua inocência e fica muito magoada com a insinuação de que se tornou amante de António para conseguir ser incluída no testamento, matando-o assim que gorou os seus intentos. Paula insiste em que as evidencias estão todas contra ela e Maria acaba por não conseguir evitar chorar.

Catarina consegue sensibilizar o professor Abel para a sua causa e ele aceita defender Maria, assegurando que só cobrará os seus honorários se conseguir provar a inocência dela. Catarina promete pagar tudo assim que receberem a parte a que têm direito da herança de António.

Depois do funeral de António, Inês avista João e vai falar com ele. Sofia é de opinião de que ele foi simpático ao ter acompanhado o funeral. Duarte confessa que não contava perder o pai tão cedo. Benedita lamenta não ter estado atenta aos sinais que podiam indiciar a morte violenta do pai.

A conversa começa a ficar pesada e Jonas leva os miúdos até ao bar para comerem algo. Henrique volta a insistir na tecla de que têm de resolver o problema da herança o mais depressa possível e os irmãos viram-se contra ele, acusando-o de só pensar em dinheiro. Ele justifica que só está preocupado com o património, mas até Sofia o repreende, achando que não é o local próprio para discutir aquele assunto.

Entretanto, Joana desabafa com Filipe a sua mágoa por não ter conseguido arranjar coragem para retribuir a presença no funeral de António, já que os outros estiveram no de Manuel. O pai sugere-lhe que envie uma mensagem mas ela prefere telefonar.

Inês faz o luto pela morte do avô e recebe o apoio dos pais. Henrique recebe a chamada de Joana a desculpar-se por não ter encontrado coragem para ir ao funeral de António e diz que compreende perfeitamente as suas razões. Sofia também acaba por concordar que ela está a passar um momento muito difícil por causa da morte do marido. Inês opta por refugiar-se no quarto e Sofia comenta que deviam ter aceitado o convite de Benedita para irem a sua casa. Henrique conclui que isso só iria trazer mais discussões, pois os irmãos não estão preparados para falar dos problemas familiares, principalmente Teresa e Duarte.

Beatriz sugere a Duarte e Pedro darem um passeio para se distraírem mas o marido prefere ir sozinho até à quinta. Ela fica magoada com a indiferença de Duarte mas o filho faz-lhe ver que é normal que o pai queira estar sozinho por estar triste e não lhe apetecer falar. Beatriz acaba por concordar com Pedro.

Joana ganha coragem e abre finalmente o saco de viagem de Manuel, encontrando a sua máquina fotográfica e o presente de aniversário que não chegou a entregar-lhe. Depois de visualizar algumas fotografias de ambos não contém as lágrimas e coloca o anel que ele lhe comprou, visivelmente comovida.

Abel visita Maria nos calabouços da Polícia Judiciária e apresenta-se como seu advogado e professor de Catarina na faculdade. Maria fica agitada e confessa que não tem dinheiro para pagar a sua defesa. O advogado tranquiliza-a e afirma que têm assuntos mais urgentes para tratar. De imediato, começa a fazer perguntas à empregada sobre a sua relação com António, para preparar a defesa dela. Maria afiança que nunca teve nada mais com o patrão do que uma grande amizade. Abel fica a saber que na noite do crime, para além dela, estavam em casa Lúcia, a outra empregada, Alberto, o motorista, e ainda a sua filha, Catarina. Perante a ansiedade de Maria, o advogado promete dar o melhor em sua defesa.

João procura Inês em casa e não resiste a abraçá-la, pedindo desculpa por não lhe ter prestado o apoio de que precisava nos últimos tempos. Ela acha normal que depois de terem acabado o namoro não falem tanto. João acaba por convidar Inês para um passeio, prometendo regressar com ela a casa assim que desejar. Inês sente-se confortada e aceita o convite.

Na universidade, Abel e Catarina preparam a defesa de Maria e a rapariga insiste que a mãe seria incapaz de matar o patrão e que ele a incluiu no testamento por vontade própria. Abel diz que para conseguir a liberdade de Maria terá de criar a dúvida no colectivo de juízes.

Henrique combina um encontro com uma das suas amigas e apressa-se a terminar a chamada quando Sofia entra no escritório. A mulher percebe que ele está de saída e aconselha-o a ter muito cuidado porque a imprensa vai estar atenta aos passos de cada membro da família, ainda mais agora que a morte de Henrique pode ter sido um crime. Henrique lembra que sempre foi discreto e Sofia diz que compreende o seu sofrimento e que as suas escapadelas são uma forma de o superar. No entanto, opina que ele devia consultar-se com um psicólogo ou psiquiatra que o ajude a controlar os seus impulsos. Ele desconversa e pede-lhe que não espere por si, pois deve chegar tarde.

Teresa e Duarte acabam por se encontrar na quinta e desabafam um com o outro sobre a vida do pai, ainda nada recompostos pela perda sofrida. Teresa vai para casa sem o irmão e ele abre uma garrafa do vinho premiado, enchendo dois copos. Um que bebe, depois de brindar com o outro que encheu para homenagear o pai. Depois de degustar o vinho, Lúcia entra na sala e provas, surpreendida por ver Duarte por ali. Ele diz que está se saída e dirige-se à portà depois de pegar no casaco.

Henrique encontra-se no hotel com a prostituta e luxo com quem tinha combinado e é fotografado por Hélder sem que se aperceba disso.

Fernanda e Vítor acolhem Catarina em sua casa, pois a rapariga confessa não ter coragem de dormir na quinta sem a mãe. Catarina afirma que Maria está inocente e Leandro tenta dar-lhe apoio, embora se atrapalhe de cada vez que tem de falar com ela. Rúben também não ajuda o irmão, dizendo que ele não percebe nada de leis. Fernanda lacrimeja e culpa-se pelo facto de ter incentivado Maria a ir trabalhar para a quinta.

João leva Catarina até um miradouro do Porto e confessa que se precipitou ao terminar o namoro com ela, pois não conseguiu gerir os ciumes dela. Ambos reconhecem os erros cometidos e fazem as pazes, selando-as com um beijo carinhoso.

Joana encontra Duarte na esplanada onde se conheceram e, percebendo que estão ambos a tentar ultrapassar as suas perdas, convida-o para ir dar um passeio com ela pelo Douro. Duarte aceita a proposta depois de se certificar que não é incómodo para Joana.

Filipe toma um café com Vasco na clínica veterinária, comentando com ele as dificuldades de Joana para superar a morte do marido. O pai conta que vai avançar para a compra de outro barco, pois não consegue estar parado.

Abel volta a conversar com Maria, na tentativa de a proteger das acusações judiciais de que vai ser alvo, tentando igualmente uma explicação para o facto de o patrão a ter incluído no seu testamento. Maria acrescenta que não havia quem não gostasse de António, incluindo Lúcia, Alberto e até Catarina, por quem põe as mãos no fogo.

Catarina vai ter com Inês na faculdade e esforça-se para que ela acredite que a sua mãe não matou o avô dela. Entretanto, fica espantada quando João aparece por ali e cumprimenta Inês com um beijo. Inês explica que ela e João reataram o namoro.

Sara vai a casa de Francisca para mais uma consulta e tem de suportar o humor deselegante de Miguel que insinua que os tratamentos se arrastam sem resultados. Depois diz que está a brincar e sai de casa. Sara fica desconfortável com a conversa.

Joana e Duarte passeiam no Douro e ela confessa-lhe a vontade de largar tudo ir rumar a Londres, tentada a preencher uma vaga que está disponível como investigadora. Duarte vinca que fugir dos problemas nunca foi solução.

Francisca revela-se muito fragilizada na consulta com Sara e assume uma grande falta de auto-estima, considerando-se uma má esposa e uma pior mãe.

Fred regressa mais cedo do que o previste a casa e quase surpreende Jéssica a falar no computador com Bruno, o seu amante. Desconfiado com o seu nervosismo, Fred insiste em espreitar o computador para confirmar que ela não estava a fazer nada de mal. Jéssica consegue escapar ao dizer que estava a pesquisar um site para lhe comprar um presente.

Jorge obriga Fernanda e Sandra a fazerem um teste do balão no posto de abastecimento, pois está convencido que uma delas é a responsável pelo roubo de garrafas de vinho que detectou. Para sua desilusão e grande algazarra das mulheres, Fernanda e Sandra nada acusam.

Depois de ouvir os argumentos de todas as partes, o juiz decreta que Maria vai ficar em prisão preventiva até ao dia do julgamento, pois considera que existe perigo de fuga da arguida. Maria opõe resistência quando os polícias a vão algemar e reclama a sua inocência. Catarina dá força à mãe, que também evita deixá-la preocupada.

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