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1º Episódio (ESTREIA) - 7 de setembro (segunda-feira) - Parte 1

Maria é acusada do homicídio do patrão!

Maria apressa Catarina para que saia da piscina, pois têm de sair para o velório, recomendando-lhe que demonstre respeito perante a família. No entanto, ao saírem de casa, são confrontados pelos agentes da Polícia Judiciária, que detêm Maria esclarecendo que é suspeita de um homicídio. Maria debate-se com os agentes mas acaba por entrar no carro, enquanto Catarina fica sem saber o que fazer para ajudar a mãe. Esta mostra-se convicta de que vai conseguir provar que nada tem a ver com o crime que lhe imputam.

Já nas instalações da PJ no Porto, Maria fica em choque quando a inspetora Paula a informa de que é a principal suspeita de ter matado o patrão, pois a autópsia feita a António Castro de Aguiar após a sua morte, revelou uma intoxicação de comprimidos para dormir. Maria recusa qualquer responsabilidade na morte do patrão mas a agente sugere-lhe que escolha entre chamar um advogado ou conversarem as duas. Maria volta a jurar que está inocente.

Seis meses antes, ainda Maria e Catarina vivem no parque de campismo. A rapariga protesta porque as condições são precárias para quem vive numa tenda. A mãe assegura que, agora que voltou a trabalhar, poderão em breve voltar a ter uma casa. Nesta discussão seguem para o autocarro que leva Catarina à faculdade e Maria ao restaurante onde trabalha. Quando a mãe se aproxima dela para lhe dar um beijo de despedida, Catarina desvia a cara, pois não quer passar vergonhas à frente das colegas.

À porta da faculdade, Catarina encontra-se com Inês e mente, dizendo que não pode ir jantar com o grupo, porque a mãe decidiu dar um cocktail em casa e exige a sua presença para receber um embaixador cujo filho a quer conhecer. Inês acredita na amiga.

Entretanto, Maria trabalha arduamente no restaurante e é surpreendida por Alberto, motorista do doutor António Castro de Aguiar, que lhe diz que o patrão lhe quer falar. A cozinheira termina o serviço e, ainda que desconfiada, vai ouvir o que o antigo patrão tem para lhe dizer. Depois de uma conversa de circunstância em que ele conta que a perna partida se deve a uma queda na vinha, pede a Maria que aceite trabalhar de novo na quinta, tomando conta dele enquanto estiver a convalescer. A cozinheira ainda tenta protelar a resposta, mas António oferece-lhe um ordenado generoso e um teto para ela e para a filha. Maria fica tentada a aceitar, embora as recordações do passado naquela casa aconselhem o contrário.

Na clínica, Henrique debate com Joana e Inácio o que falhou numa pesquisa científica que estão a fazer sobre o vírus HIV. Os investigadores não gostam do autoritarismo de Henrique mas acatam as suas ordens. Inácio não esconde que está stressado e Joana sugere-lhe que arranje outros interesses para além do trabalho. Ele demonstra-lhe que já está a fazer isso, colecionando objetos cirúrgicos antigos.

Duarte passeia em Bruxelas para descontrair, antes da cerimónia de entrega de prémios de um concurso de vinhos em que representa a Quinta do Douro. Beatriz, que acompanha uma sessão fotográfica da revista Mundo, onde trabalha, telefona-lhe para lhe dar um beijo de boa sorte, reclamando notícias assim que ele as tenha.

Horas mais tarde, Duarte ergue o troféu de melhor vinho do concurso e faz o discurso da praxe, em que enaltece a figura do pai e agradece a distinção.

Benedita telefona a Henrique logo que sabe que o vinho da quinta ganhou a medalha de ouro em Bruxelas e conta ao irmão, que a atende contrariado, que o pai quer juntar a família num jantar para festejar a medalha de ouro que o vinho da Quinta do Douro ganhou. O médico concorda a custo, mas pede à irmã que seja ela a avisar Teresa, pois não está com paciência para conversar sobre terapias alternativas.

Entretanto, Teresa recebe o convite de Benedita e, depois de desligar, entrega-se à recuperação de Jonas, o companheiro bailarino que está a viver um verdadeiro contra-relógio para curar a lesão que tem antes de estrear o novo espetáculo. Teresa beija Jonas quando os filhos entram na sala e Thomas, enteado de Jonas e filho de Teresa, censura-os por ficar constrangido com a situação. Já Rita, encara tudo com mais descontração e acusa o irmão de não a ter ajudado com os trabalhos de casa. Ele responde que ela é burra e Jonas vai ajudar a filha, enquanto Teresa repreende Thomas por tratar mal a irmã.

Maria conversa com a sua melhor amiga, Fernanda, confessando que não sabe se deve aceitar o convite de António para trabalhar na Quinta do Douro, pois até agora guardou segredo de Catarina ser filha de Henrique. Fernanda acha que ele devia ter-lhe pedido desculpa por tê-la deixado sozinha com a filha nos braços. Entretanto, Rúben interrompe a conversa e torna-a impercetível porque mói fruta para fazer um batido. Fernanda ralha com ele e conta a Maria que Leandro não é nada como o irmão e que se está a dar bem com o biscate que arranjou nas motas, enquanto não acaba o curso. Fernanda queixa-se de que o único que lhe pede dinheiro é o marido mas a amiga faz notar que a construção está em baixo e não rende. Fernanda volta ao tema do convite que António lhe fez para regressar à quinta e defende que ela devia aceitar. Leandro ainda ouve parte da conversa quando vai à cozinha deixar roupa suja. Entretanto, assim que entra na sala, pergunta a Catarina se vai deixar o parque de campismo e conta que ouviu dizer que a mãe dela recebeu o convite para trabalhar numa quinta. Catarina finge que já sabia e quando fica a sós com a mãe no parque de campismo, ameaça ir embora de vez se ela não aceitar mudar-se para a quinta, pois sempre confiou numa vida melhor mas agora não confia mais nela. Maria fica com as lágrimas nos olhos e faz a chamada para António. O patrão fica radiante por a ter conseguido levar de volta à Quinta do Douro.

Leandro passeia turistas na sua mota com sidecar e avista o pai ao volante da carrinha e cumprimenta-o, fazendo o mesmo a Maria e Catarina. Esta mostra-se indiferente.

Catarina fica em choque quando chega à Quinta do Douro e percebe que quem convidou a mãe para trabalhar ali foi o avô de Inês, dono de toda aquela grande propriedade. Catarina fica apavorada só de pensar que a amiga vai ficar a saber que ela mentiu quanto às suas origens e recusa-se a ficar ali, pedindo a Vítor que dê a volta ao carro. Maria diz que não vai voltar atrás na palavra dada e nesse instante Inês aparece com o avô e acaba por perceber que Catarina a enganou.

No posto de combustível, Vítor diz a Fernanda que a sorte grande sorriu a Maria com o trabalho que arranjou na quinta e a mulher defende que a amiga já merecia ter alguma sorte. Entretanto, Sandra tem problemas com a caixa registadora e critica Jorge pelo facto de ele impor no posto promoções que já ninguém suporta. Ele aparece de surpresa mas finge que não ouviu. Fica desconfiado quando Sandra quase se trai, ao insinuar que enquanto durou a avaria na caixa os clientes saíram da bomba sem recibo.

Manuel, funcionário do parlamento europeu e marido de Joana, trava conhecimento com Duarte quando regressam no mesmo voo a Lisboa. O enólogo conta que veio do concurso de vinhos com a medalha de ouro e palavra puxa palavra acaba por convidar o novo conhecido para fazer brevemente umas provas na quinta. Depois da aterragem, Duarte cede a prioridade para o táxi a Manuel, para que ele não chegue atrasado ao jantar de anos da mulher. Por ironia do destino e enorme fatalidade, o táxi de Manuel sofre um brutal acidente, assim que conclui a chamada telefónica que fez para Joana a contar que já tinha aterrado. O acidente é presenciado por Duarte que seguia atrás, noutro táxi e que corre em seu auxílio. Manuel é conduzido em estado crítico ao hospital. A equipa médica que o recebe faz tudo o que pode para o salvar mas Manuel morre.

Inácio dá a notícia a Joana de que o marido está nas urgências, mas quando ela chega ao médico que se ocupou do marido, desmaia ao saber que ele faleceu.

Duarte regressa a casa com Beatriz e Pedro, culpando-se por ter cedido aquele táxi a Manuel e de o ter atirado para a morte. A mulher faz-lhe ver que não podia comandar o destino e o filho não esconde o alívio por não ter sido ele a sofrer o acidente. Duarte está inconsolável e decide não ir ao jantar que o pai idealizou na quinta. Beatriz olha para Pedro, sem saber o que fazer.

Catarina pede desculpa a Inês por se ter feito passar por uma pessoas que não era. A amiga deseja que ela não volte a mentir-lhe mais nenhuma vez.

Henrique fica surpreendido quando chega à quinta para ir buscar Inês e se depara com Maria. António explica ao filho que a contratou para trabalhar ali e apresenta-lhe Catarina, a filha de Maria. A rapariga acusa algum constrangimento, tal como a mãe, mas o maior choque pertence a Henrique, que fica muito tenso com a situação, perdendo a confiança que evidenciava quando a conversa de iniciou.

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