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2º Episódio - 13 de setembro (terça-feira)

Francisca e Eduardo casam-se; Francisca adopta Marta e Daniela; Manel pede Clara em casamento; Francisca ameaça Clara e esta agride-a

(c).RuiCarlosMateus.1954

*OS RESUMOS DOS EPISÓDIOS ESTÃO SUJEITOS A MUDANÇAS EM FUNÇÃO DA EDIÇÃO DA NOVELA.

Eduardo repreende Clara e pede-lhe que não volte a destratar Francisca. Clara ainda não quer acreditar que o pai vai casar com a irmã da mulher que nem há um ano morreu. Clara quer levar as irmãs dali mas Eduardo não autoriza.

A cerimónia do casamento decorre e, no momento de entregar as alianças, Daniela fá-lo a chorar, deixando Eduardo estarrecido. Francisca distrai Eduardo e o casamento é consumado. De longe, Clara assiste a tudo com ressentimento e Francisca sorri-lhe, vitoriosa. Afonso, sarcástico e bêbado, avança pelo meio dos noivos e envergonha o pai e a madrasta. Acusa-os de não terem vergonha na cara. Eduardo pede ao filho que saia mas é Vicente quem consegue levar dali o sobrinho para evitar mais escândalos.

Eduardo pede desculpa a Francisca pelos filhos e pede-lhe que seja compreensiva.

Em São Tomé, Manel pede a Gabriel que o ajude a tentar descobrir porque razão caiu a avioneta de Laura. Os relatórios deram resultados inconclusivos e o perito que fez a investigação, sugeriu que pode ter sido sabotagem.

Vicente pede a Clara que olhe pelo irmão. Este sente-se derrotado mas Clara garante que Francisca nunca ocupará o lugar da mãe. Tem intenção de levar Marta e Daniela dali e Vicente oferece-se para levar as sobrinhas para Lisboa.

No jardim, Francisca percebe as intenções de Clara de levar as irmãs e segura Daniela e Marta junto a si, com firmeza. Discretamente, ameaça-as mas Clara não tem medo dela. Eduardo apercebe-se da tensão e Francisca faz-se de sonsa o que leva Clara a explodir e a atirar-lhe um sumo à cara. Eduardo não tem alternativa a deixar os filhos irem todos embora para evitar mais confusão. Pede desculpa aos convidados enquanto Alice consola Francisca.

No hangar do aeroporto em São Tomé, Manel conversa com o inspetor Aurélio e este afirma que o acidente foi muito estranho mas não tem nada em concreto para lhe dizer.

Pilar e Vicente decidem ir embora do casamento e Bárbara e Mafalda também acham tudo uma palhaçada. Mafalda pergunta à mãe por Ricardo mas esta não sabe nada do filho.

Marta conta a Clara que ouviu Francisca falar em adoptar as filhas mais novas de Eduardo. Clara garante que, no que depender dela, isso nunca vai acontecer.

Meses depois, em tribunal, é concedida a autorização para adopção de Marta e Daniela por Francisca. O juiz considera que esta reúne todos os requisitos necessários. Clara, impotente, olha apreensiva para Afonso. Marta chora, revoltada, só não disse nada ao juiz para não deixar que só Daniela fosse adoptada por Francisca. Eduardo e Francisca estão felizes mas Marta afirma que nunca será filha de Francisca.

Manel surpreende Clara no museu, enquanto esta trabalha. Manel vem desafiá-la para ficarem juntos nessa noite e quer fazer-lhe uma surpresa. Esta aceita a sugestão mas antes põe as irmãs a dormirem em casa de Pilar e Vicente.

Afonso chega ao pé de Filipa que, entretanto, tem de se encontrar com Lobo pois este pediu-lhe para ir fazer uma entrega. Afonso oferece-se para a acompanhar.

Francisca entra, sigilosamente, no laboratório do hospital e tira dois frascos de toxina botulínica. Faz isto com a ajuda de Telmo que distrai o técnico de laboratório. Tem como objetivo intoxicar Eduardo e fazer com que este morra lentamente. Assim poderá ficar com tudo o que lhe pertence.

Ricardo sente algum receio de ser apanhado pela polícia judiciária com as peças que acabaram de roubar mas Lobo não tem receio pois já tratou de tudo para que Filipa faça a entrega.

Afonso conduz a alta velocidade o carro onde levam as peças roubadas até que ouve sirenes do carro da polícia atrás de si. Filipa fica aflita e pede-lhe que não pare. Este, confiante, continua a ultrapassar até que, para evitar atropelar uma senhora idosa, perde o controlo e derrapa até bater num poste. Filipa ordena-lhe que saiam dali a correr e quando a PSP chega, já não os encontram. Quando verificam o carro, os agentes encontram várias peças de arte sacra roubada.

Filipa, muito nervosa, explica a Afonso que o carro onde iam era roubado e o que ia lá dentro valia cerca de noventa mil euros. Afonso fica em choque assustado.

Francisca tenta entrar na gestão da empresa mas Eduardo recorda-a de que aquilo pertence aos seus filhos e que não pode passar-lhe a gestão da fábrica de azulejos.

Manel surpreende Clara com um passeio de balão de ar. Este sorri satisfeito e beijam-se apaixonados. Manel aproveita o momento romântico para pedir Clara em casamento. Esta sorri de felicidade e aceita. Trocam juras de amor.

Filipa e Afonso contam a Lobo tudo o que aconteceu e este, agressivo, exige que lhe paguem o valor que perdeu com as peças apreendidas pela polícia ou terão de se ver com ele.

Eduardo tenta seduzir Francisca mas esta finge-se muito ofendida com os filhos dele e não mostra vontade de o beijar ou abraçar. Eduardo decide ir correr e Francisca prepara-se para envenenar o seu batido de frutas quando Clara entra na cozinha e a apanha, em flagrante, a despejar o conteúdo da seringa no batido. Francisca fica nervosa e tenta disfarçar e Clara exige saber que remédio é aquele. Como Francisca não dá uma resposta plausível, Clara ameaça que vai analisar o conteúdo do batido e a tia/madrasta despeja tudo no lava-loiças e atira a seringa para a conduta do lixo. Francisca enerva-se e segura Clara pelos cabelos e ameaça-a com uma faca. Para se defender, Clara bate com toda a força com um jarro na cabeça de Francisca e deixa-a a sangrar da testa.

Eduardo chega da sua corrida bastante cansado e Clara acusa o pai de estar a ser envenenado por Francisca. Ao ver a mulher a deitar sangue, Eduardo exige que a filha peça desculpa à mulher e perante a sua recusa, Eduardo expulsa a filha de casa.

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