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252º episódio - 4 de julho (sábado)

Leonor é linchada pela população na recolha de sangue!

Martim conversa com Madalena e confidencia que está tentado a convidar Vitória para trabalhar no hotel, já que demonstrou grande competência na cozinha.

Vitória comenta com Eva que só espera que Mateus lhe devolva o dinheiro que gastou em tecnologia para a Lataria, insistindo em que ele continua a ser um irresponsável. Eva confirma que o irmão escondeu em casa o que se passou. Magalhães entra no bar e não escapa à reprimenda de Eva por ter contado a Nuno que estão juntos. Vitória fica surpreendida quando Beta lhe anuncia que por conta da aplicação informática que Mateus criou, têm uma reserva com muitos clientes para essa noite.

Maria descobre que os seus gatos foram levados de casa e faz uma cena perante Nuno e Catarina, que não sabem o que lhe dizer.

Leonor continua o seu trabalho na carrinha de rastreio, vigiando o trabalho do enfermeiro que faz a recolha de sangue aos miúdos.

Na fábrica, Beatriz estranha que Gonçalo não queira punir Rute e Idalina depois da discussão feia que elas tiveram.

Amélia visita Antónia na cadeia e chora convulsivamente quando a mãe lhe diz que não quer que recorram da sua sentença, pois quer que o caso da morte do marido fique encerrado.

Leonor é descoberta por Irene junto da carrinha de rastreio e a mulher percebe que ela só ali está para aproveitar as colheitas de sangue para tentar descobrir o filho que procura. Irene ameaça que as coisas não vão ficar assim e, depois de levar o seu filho e o marido dali, volta e apregoa aos quatro ventos as intenções de Leonor. Os populares ficam cada vez mais nervosos e começam a apedrejar a carrinha, para desespero de Leonor.

Leonor está prestes a ser linchada pelos populares liderados por Irene, que reclama de volta as amostras de sangue que o técnico de analises recolheu, certa de que a mergulhadora pretende fazer testes de ADN para descobrir o filho que procura. O enfermeiro entra em pânico por causa das pedras atiradas à carrinha, arrancando bruscamente, o que faz com que os recipientes que contêm o sangue se partam. Leonor é agredida por Irene, que lhe puxa os cabelos. Gonçalo evita o pior e resgata Leonor, fazendo com que ela suba para a sua mota, levando-a consigo.

Entretanto, Carlota vai ao centro de mergulho à procura de Leonor e fica furiosa quando Júlia lhe diz que ela não vai trabalhar naquele dia. Enervada com o facto de todos os jornais trazerem na capa a condenação de Antónia, Carlota ainda se irrita mais por suspeitar de que a mãe foi seguir outra pista que a leve ao seu irmão, sem que lhe tenha dito nada.

André tem uma reunião de trabalho com Patrícia e no final aconselha-a a ter uma conversa com Kika, pois Gonçalo foi insinuar à filha que eles têm um caso. Patrícia confessa que as perguntas que Kika lhe fez bem como as desconfianças que demonstrou, fazem agora todo o sentido.

Leonor regressa a casa na companhia de Gonçalo e ambos concordam que, depois do espalhafato que Irene provocou, têm de desistir da recolha de sangue para localizarem o filho. Gonçalo garante que não vai descansar enquanto não conseguir confirmar se Rui é o filho que procuram.

Amélia fica desesperada quando Martim lhe conta, ainda que com todo o cuidado, que Leonor vai pedir a guarda de Carlota em tribunal.

Filipe aconselha Henrique a levar a mãe a passar um fim-de-semana fora, como sinal de que quer fazer as pazes com ela. Mateus troça do irmão, insinuando que ele é a última pessoa que pode dar conselhos matrimoniais a alguém. Henrique não gosta da sua atitude e dá-lhe um sermão, ao saber que Vitória correu com ele do bar por ter querido gerir o negócio à sua maneira e sem lhe dar satisfações.

Messias avista da sua janela uma antiga glória do Vitória de Setúbal e esquece-se de que está preso com pulseira eletrónica e sai de casa para falar com um dos seus ídolos de infância. Rute apercebe-se de que Messias vai ter problemas com a polícia e leva-o de volta a casa o mais depressa que pode. Pedro pede ao antigo jogador que lhe autografe a bola com que estava a jogar com o irmão, certo de que ele vai ficar radiante.

Quando Messias reentra em casa, já Idalina está em pânico falar ao telefone com a polícia, que pergunta onde é que ele está. Rute salva a situação, fazendo-se passar por Adelaide e dizendo que é uma pessoa de idade, que caiu à porta de casa e que Messias saiu para a socorrer. O agente fica convencido e acaba por desculpar o deslize do pescador. Rute vangloria-se da sua intervenção, mas Idalina continua a tratá-la com desprezo.

Leonor desabafa com João e relata-lhe os momentos difíceis que viveu quando Irene quase a linchou, depois de descobrir que o rastreio das alergias nos miúdos tinha apenas o propósito de recolher amostras de sangue para os testes de ADN que lhe permitissem descobrir o filho. O mestre acha que ela está a correr riscos desnecessários e Leonor decide iniciar uma campanha nos órgãos de informação para que divulguem a sua causa, não pondo de lado a possibilidade de utilizar as t-shirts que Tiago produziu com as meias caras de Carlota e do irmão.

Gonçalo fica furioso quando entra no seu gabinete e dá de caras com Patrícia, que está à sua espera. Ela acusa-o de andar a envenenar a filha de ambos contra si, pois foi insinuar a Kika que ela tem um caso com André. Gonçalo, em tom provocador, diz-lhe que já pediu a guarda da filha e reafirma que se ela não respeitar as condições do acordo que têm, contará que ela engravidou do sogro e abortou a seguir. Patrícia sai do gabinete em fúria, garantindo que pode ter desistido do poder paternal, mas não desistiu da filha.

Carlota janta com Amélia e não esconde o seu desagrado quando ela a pressiona para que deixe de viver com Leonor. Carlota assegura à mãe adotiva que a adora, bem como ao pai Martim, reafirmando no entanto a vontade de viver com a mãe biológica, situação a que Amélia vai ter de se habituar.

Irene vai à Lataria e aproveita-se da ingenuidade de Elsa para que ela lhe forneça o telefone e a morada de Leonor.

Adelaide fica em estado de choque, depois de Rogério lhe comunicar que vai alugar uma casa para morar sozinho.

Bento entra em casa com Joni e apanha logo com o alerta de Maria de que os seus gatos foram roubados. Bento coloca então o plano em ação e, em articulação com Joni, faz a chamada para Maria, a pedir-lhe para que se prepare para pagar o resgate, fingindo-se criminoso. Ela está disposta a pagar tudo, mas Joni não está convencido de que esta seja a melhor solução.

Maria acaba de falar ao telefone com o suposto raptor de gatos e garante a Joni que, quando souber quem roubou os seus meninos, se vai vingar. Joni fica preocupado com esta declaração de guerra e tenta amenizar o ambiente. Bento aconselha Maria a pagar o resgate assim que possa.

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