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247º episódio - 29 de junho (segunda-feira)

Leonor é agredida por Irene quando insinua que o filho da mulher pode ser o seu bebé desaparecido

Jose Pinto Ribeiro

João aconselha prudência a Leonor quando for falar com as mães dos miúdos que poderão eventualmente ser o filho que procura.

Martim vai falar com Amélia e diz que o beijo que lhe deu foi apenas um impulso e que não significou o que ela pensa. Amélia não é da mesma opinião e tenta beijá-lo, dizendo que têm agora uma possibilidade de reconciliação. Martim afasta essa ideia e ela fica em lágrimas, gritando-lhe que se vá embora.

Leonor, ajudada por Júlia, encontra-se na Lataria com Irene, a mãe de um rapaz chamado Rui. Quando Leonor insinua que ele pode ser o seu filho desaparecido, a mulher desfere-lhe um estalo na face, gritando-lhe que se cale.

Irene ameaça bater novamente em Leonor depois de ela dizer que bastava fazer um teste de ADN a Rui para tirarem as dúvidas sobre se ele é ou não o filho que ela procura. A mulher, enraivecida avisa Leonor para se afastar da sua família e garante que fará o que for preciso para a preservar. Irene, furiosa também com Júlia, avisa-a para que não lhe dirija mais a palavra e sai da Lataria de rompante. Leonor fica desolada e sem saber o que fazer.

Beatriz decide finalmente telefonar a André mas é Patrícia que atende o telemóvel, insinuando que dormiu com ele, quando na realidade estiveram no seu quarto mas a preparar a reunião de trabalho que vão ter a seguir. André regressa da casa de banho e ao atender Beatriz, leva uma reprimenda e decide falar com ela mais tarde, assim que fique mais calma. Patrícia disfarça mas está radiante por ter provocado mais um rombo entre eles.

Amélia confessa a Antónia que não consegue suportar a culpa de ela ir para a cadeia no seu lugar. A mãe diz que a sua decisão está tomada e pergunta-lhe por Martim, que soube tê-la procurado outra vez. Amélia disfarça e diz que ele foi apenas buscar uns livros.

Martim desabafa com Sebastião e confessa que foi um erro beijar Amélia. O escritor, confessa por seu lado que também cometeu o erro de ir jantar a casa dos pais de Madalena, sem que o pai dela sonhasse com tal coisa, provocando uma discussão na família.

Madalena desabafa com Sílvia e confessa o seu desalento por não ter conseguido ainda que o pai aceite o seu namorado.

Eva e Mateus falam da discussão que os pais tiveram. Ele não acredita que eles se separem e a irmã nem quer ouvir tal coisa. Entretanto, Eva conta que o seu jantar com Magalhães correu muito bem, deixando a ideia de ter por ele algo mais que um simples sentimento de amizade. Sara, assume que entre ele e Filipe está tudo bem, ressalvando que quer que ele faça um teste de fertilidade.

Vitória fica impressionada com a solidariedade do bairro para com o irmão. Já Adelaide não tem tanta sorte e, quando aparece na rua é vaiada e hostilizada por outras mulheres. Cremilde manda calar o mulherio e Daniel ajuda a pôr tudo na ordem, impedindo mais insultos. Bento tenta aproximar-se de Cremilde, mas ela enxota-o.

Daniel convida Júlia para jantar, dizendo que ficou muito satisfeito que ela o tenha desafiado para tomar café na noite anterior. Júlia atrapalha-se quando ele esclarece que o jantar é apenas para os dois. Messias é levado para o tribunal onde vai ser julgado e agradece o apoio dos populares. Rute irrompe entre a multidão e beija-o com fervor. Ele corresponde e entra na carrinha conduzido pela polícia.

Ao mesmo tempo, Tina convence Joni a despir-se e a colocar uma venda, dizendo que vai levá-lo para o seu quarto. O que na realidade faz é pô-lo fora de casa todo nu. O peixeiro fica exposto ao ridículo e ao olhar do bairro, que está praticamente na sua frente, por causa da marcha a favor de Messias. Joni tenta explicar que foi enganado por Tina mas ninguém acredita, pois ela aprece entra a multidão a garantir que esteve sempre na manifestação. Joni não tem outro remédio se não correr pela rua até casa.

Madalena fica destroçada quando a mãe lhe conta que o pai decidiu dormir no sofá, por não lhe terem dito que tinham convidado Sebastião para jantar, sem lhe dizerem nada. Laurinda diz a Madalena que não deve sentir-se culpada.

Patrícia convence André a comemorar com o champanhe que lhes mandaram para os quartos o êxito das reuniões com os clientes árabes que assinaram com a hAPPy, contratos que permitem a sobrevivência da empresa.

Carlota vai a casa de Leonor que lhe esconde ter sido agredida pela mãe de um dos miúdos que pode ser o seu filho desaparecido. Carlota, por sua vez, reconhece que o vídeo que lançou à procura do irmão não tem resultado como pretendia.

Catarina repreende Tiago por ter andado à pancada na escola. Ele justifica que apenas defendeu Carlota de um rapaz que lhe chamou oferecida como a mãe. Depois de uma pequena discussão, mãe e filho voltam a sua ira para os gatos de Maria.

Nuno encontra a cozinha num caos, no momento em que Maria está a alimentar os gatos e faz-lhe um ultimato para que arranje lugar para os animais. Ela lacrimeja mas percebe que não vai poder continuar ali com os seus gatos.

Na Lataria, as impressões sobre o julgamento de Messias não são muito boas, pois Cremilde e as outras mulheres duvidam que ele tenha conseguido convencer o juiz da sua inocência. Joni entra no bar para comemorar o seu aniversário, mas primeiro tem de encaixar as piadas dos presentes por ter ficado na rua todo nu.

João e Idalina desesperam com Messias, que não negou em tribunal a sua amizade com o traficante que o enganou e tornou seu cúmplice. O filho prefere acreditar que a manifestação do bairro a seu favor vai ajudar a que percebam que é inocente e diz com orgulho que foi Rute quem organizou tudo. Idalina zanga-se e João desiste da conversa.

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