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233º episódio – 12 de junho (sexta-feira)

Antónia confessa que matou Frederico para proteger Amélia

Amélia mostra-se ansiosa antes de testemunhar no julgamento de Gonçalo e André leva-a para apanhar ar fora do tribunal. Antónia revela a Martim que está preocupada que ela conte ao juiz a verdade porque não para de dizer que quer confessar o crime. Gonçalo chega entretanto e está de péssimo humor, disparando que já sabe que no final do julgamento, só Kika terá pena de si.

Na fábrica, Rute implora a Sílvia que lhe dê um pouco do chocolate que comprou. Como a irmã não está pelos ajustes, assim que ela vira costas, abre-lhe a mala e rouba-lhe um chocolate. Entretanto, descobre dois envelopes, cada um contendo os cabelos de Leonor e Hugo, para entregar no laboratório que vai fazer o teste de ADN para saber se sempre são mãe e filho. Sílvia volta atrás e como vê que já não pode evitar dar explicações à irmã, decide contar-lhe tudo, pedindo-lhe segredo.

Catarina e Nuno ficam orgulhosos de Tiago, depois de ele dizer que quer continuar a prestar serviço comunitário, apesar de já ter cumprido a pena decretada pelo tribunal.

Amélia não aguenta a pressão em tribunal e assim que o juiz começa a fazer-lhe perguntas começa a chorar, preparando-se para confessar que matou o pai. Antónia, prevendo o pior, antecipa-se à filha e assume que foi ela quem matou o ex-marido, Frederico Queiroz, deixando todos os presentes em choque.

Depois de Antónia confessar que matou Frederico, a confusão instala-se no tribunal. Amélia chora e tenta dizer ao juiz que foi ela quem cometeu o crime. Gonçalo grita com a mãe e expressa a sua indignação por ela o ter visto a sofrer durante meses, acusado injustamente, sem revelar a verdade.

André está baralhado e aproxima-se da mãe, para tentar perceber o que se passa e ao mesmo tempo apoiá-la. Martim tenta tirar Amélia da sala de audiências, mas o oficial de justiça não permite. O juiz ordena que os jornalistas se retirem e chama os advogados para conferenciar com eles.

Martim consegue que o magistrado autorize a saída de Amélia. O juiz decide anexar os novos depoimentos ao processo e informa Antónia de que será procurada pelas autoridades, decretando o final da sessão.

No exterior da sala, Gonçalo não cala a revolta contra a família, principalmente contra Antónia, que sabendo que Amélia o tentou matar, acabando por matar o pai, se manteve em silêncio. Gonçalo ofende a mãe e André ameaça bater-lhe por isso. Antónia promete dar todas as explicações em casa e Martim domina Amélia, que insiste em falar com o juiz para confessar o crime.

Rute pede a Beatriz que a deixe sair mais cedo para tratar de um assunto de família mas como a nova patroa se mostra pouco receptiva à ideia, relembra que já a ajudou muito e está disponível para ajudar ainda mais. Beatriz acaba por ceder e Rute vai contar à irmã que conseguiu autorização para sair mais cedo e que vai com ela ao laboratório levar as amostras de ADN de Leonor e Hugo. 

Sílvia tenta livrar-se da irmã mas sem êxito. Rute argumenta que será óptimo se Hugo for filho de Leonor e Gonçalo terá a vida feita, pois será também herdeiro da família Queirós. Idalina percebe que Rute vai sair mais cedo e acusa-a de não querer trabalhar.

Júlia bombardeia Leonor com perguntas sobre a sua investigação para encontrar o gémeo desaparecido. Leonor esconde à amiga que Hugo pode ser o filho que procura.

Já em casa da família, André exige explicações à mãe para ter confessado em tribunal que matou o pai. Amélia fica descontrolada e pede à mãe para ir com ela ao juiz e contar a verdade. Antónia pede a André que espere, pois tem de falar primeiro com a irmã. André pergunta a Martim o que é que lhe estão a esconder mas o ex-cunhado prefere que ele espere que a mãe fale com ele.

A sós com a filha, Antónia reafirma que está disposta a ir presa para a proteger, mas Amélia não se conforma por ver a mãe pagar por um crime que ela cometeu, insistindo em contar a verdade. Antónia tenta tranquilizá-la, garantindo que não vai ficar sozinha, pois tem Martim e André para olharem por ela. Amélia aninha-se no colo da mãe a chorar.

André entra de rompante em casa e vem louco para pedir explicações à mãe. Esta surge com Amélia e ambas contam como tudo se passou na noite em que Frederico morreu. Gonçalo fica cada vez mais nervoso, indignado com o facto de a irmã o ter tentado matar, bem como com o facto de Martim e Antónia a terem encoberto, preferindo que fosse ele a ser preso. Nem mesmo André, que acabou de saber o que se passou, escapa à fúria de Gonçalo, que sai de casa sem esclarecer se vai apresentar queixa.

Antónia segue-o até ao exterior para o acalmar e dar razão nalgumas coisas mas, ao mesmo tempo, implorando-lhe que não denuncie Amélia, pois está convencida de que ela não aguentará sequer um dia na prisão, ao mesmo tempo que lembra que se a irmã atingiu o limite, foi por todo o mal que ele lhe fez. Gonçalo vai-se embora sem dar qualquer indicação do que pretende fazer. 

Sara vai a casa dos sogros buscar alguma roupa de que precisa e confessa a Henrique que não lhe apetece encontrar Filipe, assumindo que perdeu a confiança nele, depois de a ter traído. O sogro defende o filho, dizendo que a noite que ele passou com Rute foi apenas o resultado de ser um tanso e de se ter deixado enganar por uma mulher sabida.

Cremilde passa por mais uma grande vergonha ao ser confrontada com a chegada de Maria, a mulher de Bento, que ameaça tratar dela se não desistir dele. Bento fica em pânico quando Maria o arrasta para fora do mercado, para o levar de volta a casa. Cremilde fica constrangida com a situação e Tina preocupada com a mãe. Joni, incrédulo, repara na robustez de Maria e diz que Bento a deve ter conhecido na tropa.

Agostinho insiste com Adelaide para que assumam de vez os seus sentimentos mas ela continua a rejeitá-lo. Rogério chega a casa nesse instante e o padre não perde tempo, revelando que é o seu pai. Adelaide diz aflita que é tudo mentira mas Agostinho conta toda a verdade. 

Rogério pergunta como é que eles se intitulam pessoas de Deus, quando são dois pecadores e sai de casa, garantindo que a partir de agora vai fazer o que mais gosta e sem sentimentos de culpa. Adelaide fica furiosa com Agostinho.

Na Lataria, Mateus exerce a sua autoridade de gerente e ralha com Elsa, repreendendo-a por ter partido mais um copo. Rogério entra no bar, disposto a “partir a loiça” toda e vai direito a Aurora dizendo de chofre que o Casanova do Sado está de volta e com mais força do que nunca. Ela já nem quer beber café e sai com ele de mão dada.

Maria observa a casa partilhada onde Bento está a viver e deixa claro que o quer levar com ela para Évora. Bento resiste e nem a ameaça que a mulher lhe faz, de cobrar os 30 mil euros que ele lhe deve, o faz mudar de ideias. Bento diz que o amor por ela morreu e que o divórcio é a única solução. Maria olha irritada para ele.

Gonçalo fica indignado com Leonor quando percebe que ela já sabia que foi Amélia quem matou o pai e não ele. Ela justifica que guardou o segredo para preservar Carlota e Kika mas Gonçalo vai embora furioso e magoado, sem responder se vai denunciar Amélia ou se vai permitir que a mãe seja presa no lugar dela.

Antónia reafirma a André que quer assumir a responsabilidade pela morte de Frederico, pois acredita que Amélia não aguentará um único dia na cadeia e que é bem capaz de se suicidar. André compromete-se a compactuar com esta mentira porque ainda é possível recuperarem a irmã, mas não promete calar-se se houver uma sentença.

Amélia, desanimada, insiste que não queria que alguém pagasse por ter matado o pai. Martim tenta acalmá-la. André aparece nesse instante e pede à irmã que lhe conte como é que matou o pai. Ela ganha coragem e recorda como tudo se passou.

Conceição interrompe o relato de Amélia e anuncia a Antónia que o inspetor Serra, da Polícia Judiciária pretende falar-lhe.

Tiago comenta orgulhoso com Carlota que já conseguiu vender dois desenhos para a empresa que faz estampagem em t-shirts. Carlota acha que é pouco mas o namorado frisa que aquelas pessoas são profissionais importantes na área. Entretanto, Tiago revela que depois da consulta que fez ao seu processo de adopção, ficou com a certeza de que não pode ser seu irmão, deixando Carlota aliviada.

O inspetor Serra interroga Antónia sobre a morte de Frederico e ela constrói uma versão em que assume a culpa de ter matado o marido, para salvar Amélia da cadeia. Gonçalo aparece de surpresa e pergunta à mãe se quer contar a verdade ou se quer que ele a ajude. Antónia fica sem fala, ao ver o filho.

Antónia fica em pânico com a chegada de Gonçalo e suplica-lhe com o olhar para que não desminta ao inspetor Serra que foi ela a matar Frederico. O filho desiste de contar a verdade e corrobora a sua versão. No entanto, fica incomodado quando o agente frisa que apesar de a mãe estar a confessar o crime, ele terá de voltar a ser ouvido em tribunal.

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