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184º episódio – 16 de abril (quinta-feira)

Os amigos de César destroem a haPPy e agridem Diogo!

João espera com Messias por Bento na Lataria e exige-lhe que pague o dinheiro que deve ao filho pelo prémio que ele ganhou no jogo do peixe. Adelaide, que também estava à espera de Bento numa mesa, fica cada vez mais nervosa. João ameaça denunciar Bento à polícia e ele entrega Adelaide como a cabecilha do jogo ilegal. Ela nega tudo e finge-se indignada, mas Bento rouba-lhe a Bíblia que leva debaixo do braço e tira lá de dentro o livro das apostas, deixando-a desarmada.

Elsa esforça-se para que Júlia levante o castigo que lhe deu, mentindo ao dizer que quer ir dormir a casa de uma amiga, quando na realidade quer ir dormir com Pedro. A mãe mantém-se irredutível e diz que ela só deixará de estar de castigo na semana seguinte.

Patrícia pede a Cremilde que interceda a seu favor junto de Leonor, convencendo-a a retirar as queixas que fez contra si, desistindo de dizer que foi ela quem a entregou a Xavier. Cremilde diz que não se quer envolver naquela história mas Patrícia faz chantagem emocional com a mãe, chamando Kika para a conversa, dizendo que a filha vai sofrer muito se ela for presa.

Os amigos de César invadem a empresa de André e começam a partir tudo o que encontram. Diogo que está sozinho na hAPPy tenta acalmar os ânimos e cai na asneira de dizer que foi ele o responsável pela morte do rapaz. Os amigos do primo de Sílvia não perdem tempo e começam a agredir Diogo com grande violência.

Sílvia entra de surpresa na hAPPy e salva Diogo, que continua a ser espancado pelos amigos de César. Os agressores reconhecem-na como prima do amigo que morreu e acabam por se ir embora quando ela ameaça chamar a polícia. Diogo agradece-lhe a ajuda e apoia-se nela enquanto telefona a André para lhe contar o sucedido.

 

Antes de regressar à clínica com Catarina, Amélia não se contém e liga do telemóvel da amiga para Carlota. Ao ouvir os risos de Martim e Leonor enquanto conversa com a filha adotiva, Amélia fica perturbada e tem uma pequena recaída, mostrando-se irritada quando a convida a visitá-la e ela responde que não sabe se pode ir. Amélia dispara que se ela tem tempo para estar com Leonor, também terá para estar consigo. Carlota lembra-lhe que ela prometeu acabar com as cobranças e Amélia cai em si e pede desculpa, despedindo-se rapidamente de Carlota. Catarina consola Amélia e transmite-lhe a confiança de que pouco a pouco irá aceitar sem problemas a relação de Carlota com Leonor e Martim.

Entretanto, Carlota mostra-se desgostosa com a reação de Amélia e temerosa com a que ela irá ter quando souber que Leonor está grávida. A mãe e Martim lembram que podem guardar o segredo durante mais algum tempo, esperando que Amélia fique melhor. Carlota pergunta ao pai se avisou o tio Rodrigo que vai ser pai e Martim disfarça o incómodo com a conversa. A sós com Leonor, acaba por confessar a Leonor que não tem uma boa relação com o irmão, que considera um irresponsável que esbanjou a parte que lhe coube na herança dos pais.

Frederico tenta uma reaproximação a Antónia, oferecendo-se para a ajudar nos assuntos da fábrica, pois considera um erro grave terem rescindido o contrato de fornecimento de peixe com a família Pelicano, optando por um fornecedor espanhol que ele sabe ser um aldrabão. Antónia agradece-lhe a informação mas diz que Gonçalo já está fora das decisões na empresa e que se for preciso contrata um gestor fora. Frederico insiste em que ela lhe dê uma oportunidade de corrigir alguns erros que cometeu mas Antónia mantém-se inflexível e recorda-lhe que um dos erros imperdoáveis que cometeu, para além de a ter enganado nos negócios da fundação, foi ter-se envolvido com a mãe da neta. Frederico percebe que nada mais tem a fazer e sai cabisbaixo.

Sílvia faz o curativo às feridas de Diogo quando André chega à empresa e começa a avaliar os estragos que os amigos de César fizeram, depois de se inteirar de como o amigo está. André está desolado e garante que vai fazer queixa à polícia. Sílvia dispõe-se a ajudar no que for preciso, pois conhece bem os agressores.

Daniel intima Adelaide a pagar o dinheiro de jogo que deve a Messias e a acabar com as suas atividades com o jogo ilegal, sob pena de ter de prestar contas à justiça. A beata fica em silêncio, vendo João e Daniel saírem de casa. Cremilde dá um raspanete à sogra e ela tenta justificar o seu envolvimento no jogo, comparando-se à Santa Casa da Misericórdia, pois parte do dinheiro que angaria entrega à paróquia. Cremilde está furiosa com ela e não engole as suas justificações. Patrícia lembra que já o pai também era viciado no jogo. Cremilde pensa na vergonha que vai passar no bairro, mas Patrícia reconforta-a, lembrando que ela não tem qualquer culpa.

Vitória e Tina comentam o escândalo que atingiu Adelaide e o padre Agostinho fica curioso para saber o que se passou. As amigas contam-lhe que Adelaide é a cabecilha do jogo ilegal deixando-o em choque com a notícia.

Madalena entrega o livro que prometeu a Messias e ele fica ansioso para começar a leitura, uma vez que tem a ver com o mar. Vitória fica surpreendida quando Madalena conta que emprestou a Messias o “Velho e o Mar” de Hemingway. Tina também fica impressionada e começa a pensar se não será ele o admirador secreto que lhe anda a mandar mensagens.

Sílvia conta a Daniel que André vai apresentar queixa dos rapazes que agrediram Diogo e destruíram a empresa. O irmão concorda que eles devem ser castigados. Rute regressa do cruzeiro a desfazer da viagem e os irmãos confrontam-na com os gastos excessivos que fez com o cartão de crédito que têm guardado para alguma emergência. Depois de embirrar com Hugo, Rute não se mostra arrependida do esbanjamento que fez e reafirma que não vai devolver dinheiro nem presentes, apesar de não ter casado com Messias, alegando que ele a traiu. Daniel e Sílvia contam que devolveram a Messias o descapotável que ela lhe tinha arrancado e que ele já o vendeu. Rute fica furiosa e acusa os irmãos de a apunhalarem pelas costas.


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