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173º episódio – 4 de abril (sábado)

Amélia invade a casa de Leonor e faz um escândalo por Carlota e Martim estarem lá

Christian Gnad

A reunião que o padre Agostinho tentou promover para aproximar João e Idalina de Messias e Rute acaba em discussão, sem o apoio dos pais dele para o casamento que Rute só deseja por interesse.

Adelaide pede contas a Bento pela quebra da receita no jogo do peixe mas ele acaba com a conversa dizendo que ao olhar para Rogério não sabe bem se ele sai a ela ou ao prior, exercendo mais uma vez a sua chantagem. Adelaide fica furiosa e vai ter com o filho, revelando que está à procura de um padre com mente mais aberta do que Agostinho e que lhe tire o diabo do corpo. Rogério ameaça mudar-se para Braga se ela continuar a infernizar-lhe a vida, deixando a mãe sem argumentos.

Maria Rita faz uma cena de ciúmes a Diogo e quase o obriga a escolher entre ela e Sílvia. Ele fica sem saber que decisão tomar, incapaz de se decidir, pois continua apaixonado pela irmã de Rute.

André vai ao centro de mergulho falar com Nuno, cuidadoso para não encontrar Leonor. Em conversa com o amigo, mostra-se convencido de que a sua empresa não vai escapar de um processo judicial por causa da morte de César, para além dos clientes que já começou a perder. Entretanto, já que Júlia já se foi embora, André pede a Nuno que entregue a Júlia um computador que ele arranjou para Elsa, mas o amigo sugere-lhe que ligue diretamente para ela. André telefona a Júlia, que fica muito nervosa, rejeitando a oferta. Elsa mete-se na conversa e aceita o computador, pois a mãe não tem coragem para justificar a razão de querer distanciar-se de André. Ele diz a Nuno que espera não ter arranjado um conflito entre mãe e filha.

 

Carlota aceita jantar em casa de Leonor, depois de Martim lhe fazer ver que não está a quebrar a promessa que fez a Amélia de não ir viver para casa da mãe verdadeira.

Entretanto, Catarina consegue que Amélia saia da clínica para jantar e leva-a para casa dos pais. Antónia fica surpreendida, mas abraça a filha, só que começa a receber mensagens de Carlota e Amélia fica a saber que ela vai jantar a casa de Leonor com Martim. A ansiedade apossa-se de Amélia, mas a intervenção da mãe e da amiga faz com que ela fique controlada.

Frederico conversa com o advogado e fica contente por estar a vigar junto da polícia a teoria de que Patrícia fugiu para escapar à justiça. Apesar disso, o empresário insiste com o doutor Pinto que tem de recuperar o seu dinheiro.

Gonçalo pressiona Vicente para que conquiste o coração de Antónia, reafirmando que tem de ter a mãe distraída para ele poder manobrar os negócios da família à vontade.

Henrique conversa em família e confessa que não quer perder o contrato de fornecimento de peixe para os Queiroz. Mateus comenta o mau momento da família de André, sempre com o intuito de desfazer do antigo patrão, convencido de que lhe vai ficar com os clientes, depois da infelicidade que ele teve ao ser envolvido numa morte por causa de um jogo que desenvolveu. Henrique arrasa o filho e diz que ele não serve para trabalhar na Lataria, quanto mais para ter a sua própria empresa. A noite salva-se com o sucesso de Sara no pomar. Filipe disfarça o incómodo ao ouvir a mulher falar de Guilherme.

Henrique implica com Madalena porque ela continua a carpir por causa do fim do namoro com Sebastião. Eva também se irrita com o pai quando ele diz acreditar que Nuno é tão gay como Ricardo, o seu anterior namorado.

Hugo brinca com Rute e diz que tem gente dentro do seu descapotável a beber cervejas e logo de seguida que lhe roubaram o carro. Ela continua a falar dos convidados para o casamento e Daniel repreende-a por só pensar em si, em vez de adiar a boda, agora que a tia perdeu o único filho que tinha e precisa do apoio da família. O irmão diz que vai pedir a Sílvia que o acompanhe na visita à tia e Rute pergunta onde é que está a irmã. O polícia esquiva-se e responde que ela deve estar a chegar. Diogo aparece entretanto à procura de Sílvia e Daniel deixa-o constrangido, ao dizer que precisam de conversar sobre o jogo que matou o primo.

 

Leonor fica radiante quando Martim e Carlota lhe aparecem à porta para jantarem juntos em sua casa. Depois de abraçar Carlota, Leonor vai mostrar o quarto que preparou para ela.

Amélia finge aceitar que Carlota tenha ido jantar a casa de Leonor com Martim e finta a vigilância de Catarina e Antónia, agarrando no carro da mãe, sem que ninguém dê conta.

Júlia fica constrangida e muito nervosa quando André vai entregar o portátil que arranjou para Elsa. Ambos disfarçam o embaraço e André justifica que tem um jantar marcado para recusar o convite que a rapariga faz para que jante com ela e a mãe.

Diogo tenta que Sílvia reconsidere e volte para ele mas ela volta a rejeitá-lo.

Leonor, Carlota e Martim preparam-se para jantar em harmonia, quando Amélia aparece descontrolada e acusa a filha de a ter enganado, por estar em casa da mãe biológica.

Leonor assegura que a filha não foi viver com ela e ataca Amélia, criticando-a por fazer chantagem emocional com a filha, que vive apavorada com a ideia de que ela possa tentar de novo o suicídio. Entre gritos e lágrimas, Amélia lamenta que Leonor não a tenha deixado morrer, disparando que isso seria do agrado de todos. Carlota fica muito perturbada e Martim leva Amélia de regresso a casa da mãe, já que ela se recusa a ir para a clínica.

Em casa dos Queiroz, Antónia, Catarina e Kika estão angustiadas por não saberem onde Amélia foi. Antónia recebe entretanto uma chamada de Martim a dizer que está a levar a ex-mulher de regresso, depois de ela ter ido a casa de Leonor fazer uma cena por Carlota ter ido lá jantar com a mãe biológica. Kika também recebe uma chamada, mas do outro lado ninguém responde. A rapariga fica intrigada e Antónia levanta a possibilidade de se tratar da mãe dela. Com efeito, foi mesmo Patrícia que telefonou a Kika, limitando-se a chorar, ouvindo a sua voz.

Antónia desabafa com Catarina que é tal o ódio que sente na família que, se não fosse pelas netas, quem se internava era ela.

Cremilde mostra-se ansiosa por não ter notícias de Patrícia mas Tina desvaloriza o desaparecimento da irmã e diz à mãe que está enervada sem motivo, acreditando que ela deve ter fugido para não ser presa. Adelaide obriga Rogério a limpar as figuras religiosas que têm em casa e diz que assim escapa às tentações da rua. Cremilde conta entretanto que Juliano a foi desafiar para pertencer a um grupo para reativar a associação cultural. Tina mostra interesse em participar e Adelaide acha que seria bom para ver se arranja namorado. A neta diz logo que não está interessada em arranjar marido.

Hugo estranha que Sílvia defenda que a empresa de André seja responsabilizada pela morte de César e Daniel conta que já contactou um advogado para processar a hAPPy. Rute aparece na sala e revela que vai convidar a tia para madrinha de casamento. Os irmãos ficam indignados com ela, acusando-a de estar apenas interessada na indemnização que a tia deverá receber pela morte do filho.

Messias fica desiludido com os pais porque Idalina e João reafirmam que não vão ao seu casamento com Rute, por não quererem testemunhar a sua desgraça.

 

Diogo regressa a casa e encontra Leonor arrasada e a chorar. A irmã conta-lhe que Amélia estragou o jantar com Carlota e voltou a fazer chantagem emocional com a filha para as afastar. Diogo tenta animar Leonor, mas é obrigado a reconhecer que também não está nos seus melhores dias, pois ficou a saber que o rapaz que morreu a testar o jogo que desenvolveram na empresa é primo de Sílvia, que agora deve estar a odiá-lo. Leonor faz-lhe ver que Sílvia não o odeia e está apenas a descarregar nele a dor de ter perdido o primo.

Amélia impressiona Antónia e Catarina e diz, descontrolada, que só volta para a clínica se lhe prometerem que Carlota e Leonor ficarão afastadas uma da outra, pois prefere morrer a perder a filha. Martim é obrigado a fazer essa promessa para tranquilizar a ex-mulher.

Vitória recusa que Laurinda e Mateus a acompanhem à consulta de obstetrícia e mostra-se convencida de que vai ter autorização para voltar a trabalhar. Mateus continua a manchar a imagem de André no mercado informático e é censurado por Laurinda e Vitória, que o acusam de se estar a aproveitar da morte de uma pessoa para subir na vida e tirar clientes ao antigo amigo.

Diogo fica em choque quando descobre que foi o responsável por ter introduzido as coordenadas erradas no jogo da hAPPy que acabaram por provocar o acidente que resultou na morte do primo de Sílvia. André defende que se há alguém responsável é ele próprio, uma vez que é o dono da empresa e adianta que vão mesmo ser processados.

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