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O Peixe da Semana - Espadarte

Xiphias gladius Linnaeus, 1758

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Comprimento máximo: 455 cm

 Distribuição geográfica:  tem uma distribuição mundial, em mares temperados e tropicais

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A robustez do seu corpo, com aspeto de torpedo e forte musculatura, aliada à forma da barbatana caudal em crescente, permite-lhe nadar contínua e velozmente à superfície das águas oceânicas. Este excelente nadador é capaz de desenvolver velocidades próximas dos 70km/h em curtas distâncias. A mandíbula superior forma um rostro longo e achatado que lembra uma «espada» e pode atingir 1/3 do comprimento total do peixe. A «espada» é usada como estabilizador, servindo também como uma arma de ataque e de defesa do animal. Pensa-se que é usada para dizimar os cardumes das espécies de que se alimenta. O rostro não existe nos jovens e vai-se desenvolvendo à medida que o animal cresce.

Põe pequenos ovos flutuantes, que como os de tantos outros peixes, fazem parte do plâncton.

É uma espécie pelágica, solitária, que vive em águas temperadas e tropicais, geralmente perto da superfície, embora possa ser encontrada até cerca de 800 metros de profundidade. Efetua migrações em busca de alimento que consiste basicamente em peixes e lulas.



* Esta rubrica é uma parceria com o Aquário Vasco da Gama 

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